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Perú: Há novos sabores no Segundo Muelle

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A fusão de sabores do Perú chegou ao Cais do Sodré, em Lisboa, em 2016, pelas mãos do Segundo Muelle, mas o restaurante que nasceu naquele país em 1994, e entretanto se expandiu por seis outros territórios, tem novos pratos na sua carta, prontos para receberem estes dias mais soalheiros.

Situado no antigo edifício dos CTT, o espaço de Daniel Manrique, fundador do franchise, tem como pilar a gastronomia peruana, que bebe e se inspira em cinco outras culturas: japonesa, criola, chinesa, mediterrânica, italiana.

Entre as novidades estão, por exemplo, dois ceviches. O Al Olivo mistura marisco coberto com molho cremoso de azeitona botija (peruana) e acompanha com choclo (milho) e camote (variedade de batata-doce) glaceado. Já o Nikkei é composto de cubos de atum fresco e abacate, envolvidos em molho nipónico, e acompanha com ervilha torta e choclo salteado.

Dos novos pratos fazem ainda parte o risoto Camarones (cremoso de camarão, perfumado com açafrão e enriquecido com malaguera amarela, ervilhas e pimento vermelho; e o Linguini Frutti di Mare (mariscos salteados no wok com molho de malagueta amarela e linguini). Nas bebidas, o Segundo Muelle aposta no Soberisco, um sorbet de lima com Pisco, e num sour de frutos vermelhos, com batido de Pisco, frutos vermelhos e clara de ovo.

Para uma refeição em grupo, o menu de degustação chama-se Influencias e está idealizado para quatro pessoas. Entre os pratos estão três espécies de ceviche, um risoto de quinoa com lombo salteado, tartar de salmão e mousse de lúcuma, um fruto muito popular no Perú.

A grande maioria dos pratos são transversais à cadeia Segundo Muelle pelo mundo fora, mas muitos dos produtos utilizados no restaurante de Lisboa são portugueses, como é o caso do peixe e marisco. «Em Portugal, há muita qualidade, muito bom peixe. E temos que aproveitar isso. O ceviche de atum, por exemplo, em Lisboa é feito com atum fresco. No Perú já não existe, temos que usar o congelado», frisa Daniel Manrique.

 

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