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Na Taberna Londrina, a francesinha pode levar hambúrguer de picanha

A francesinha de hambúrguer de picanha. (Fotografia de Adelino Meireles/GI)

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Dezassete. É a conta de uma década de Taberna Londrina, criada em Guimarães em novembro de 2014 por Eduardo Xavier e Francisco Varela. Dezassete casas pelo país, de Braga a Setúbal, e também em Saint-Maur-des-Faussés, arredores de Paris. Até ao final do ano esperam chegar à vintena, incluindo uma em Bragança (em junho) e mais outra além-fronteiras.

A abertura mais recente aconteceu em abril, a terceira casa no Porto, na Foz. A carta é igual em todas as Tabernas Londrinas, as francesinhas em lugar nobre, mas também abundam hambúrgueres, bifes e snacks. Francesinhas são nove, começando lá atrás no tempo com a D’Antes (em pão bijou) e mantendo a tradição nas variantes com bife de novilho, de lombo e sem bife. Uma outra, À Moda do Porto, é a única que troca o molho da casa pelo preparado mais famoso e associado à Invicta. Há ainda a francesinha de frango, em baguete e vegetariana.

O hambúrguer de picanha marca a diferença nesta (meia) francesinha.
(Fotografia de Adelino Meireles/GI)

Mais invulgar é a francesinha com hambúrguer de picanha. O dito é um exemplar de 180 gramas de carne de vaca, suculento e sem excesso de sal, mais fiambre, chourição, painho de porco preto e bacon, este último decisivo no coro de sabores e texturas. Segue-se o pão de forma, o queijo Edam e ovo estrelado. O molho, mais claro, dourado, doce e suave do que o portuense, consolida uma tendência minhota neste campeonato.

Um molho formulado por Glória Xavier, com mão do marido, Eduardo. São os pais de Eduardo Xavier e o segredo pertence-lhes: “O molho, neste momento, é todo feito pela mãe e pelo pai do Eduardo”, afirma José Manuel Gomes, diretor de comunicação do grupo Taberna Londrina. “Só eles sabem a receita.” Razão pela qual o casal se escusa a “viajar no mesmo avião”. É produzido em Guimarães e distribuído diariamente, pela noite, para todas as casas. França incluída.

O molho é mais claro, doce e suave do que o portuense.
(Fotografia de Adelino Meireles/GI)

Francesinha tende a pedir cerveja e aqui há-as “dos quatro cantos da Europa”. A da casa, a Londrina, é de pressão e foi criada com a Super Bock para ser bebida com esta sanduíche, “com um lúpulo específico, para que o sabor, um pouco mais amargo, complemente bem” a estrela da companhia.

Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.