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Kanji: Sushi, cocktails e um jardim zen em Guimarães

O Kanji Restaurant Garden & Bar abriu no centro histórico de Guimarães. (Fotografia: Adelino Meireles/GI)

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O Kanji é um restaurante, um bar, um jardim, mas é também, tal como os caracteres kanji (da língua japonesa) a que vai buscar o nome, a soma de todas as suas partes. Em cada piso vive-se uma experiência diferente, e todas elas são uma viagem pela Ásia. A porta de entrada para os sabores orientais é o bar, jovem e boémio, com as luzes néon a recordar um izakaya, uma espécie de pub japonês. Ali são preparados cocktails de autor inspirados na região, como o Okinawa Green, o Tokyo Sunrise ou o Sour Rush, que leva licor de melão, yuzo, sake e shochu, uma bebida destilada típica do Japão.

 

Dessa primeira sala tem-se passagem para o jardim, um pátio semi-coberto que faz lembrar um dojo e onde a música ambiente se mistura com os sons do centro histórico. Ao redor de um grande bonsai feito a partir de uma oliveira, também se saboreiam cocktails, uma refeição ou até um dos chás do país do sol nascente que preenchem a carta.

Kanji Garden (Fotografia: Adelino Meireles/GI)

 

O restaurante, em bom rigor, fica no primeiro andar, composto por duas salas que têm em comum uma parede com o tabique a descoberto, um traço original da casa que harmoniza com o ambiente oriental da decoração. “A ideia era criar uma simbiose entre um dojo japonês e uma casa típica de Guimarães”, explica Ricardo Esteves. Ele a mulher, Gabriela, são fanáticos assumidos da cozinha japonesa e da cultura desse país que visitam com regularidade. Abrir um espaço que refletisse essa paixão era “um sonho antigo”, e em maio trouxeram finalmente o Japão para a cidade-berço, mas abraçando de igual forma a cultura local. “A casa potenciou isto tudo”, admitem.

 

Das viagens do casal também vieram algumas das peças que compõem a decoração, elegante e moderna, como o kimono exposto num dos patamares das escadas. “Queremos que seja uma mescla das nossas viagens, porque foi o que nos trouxe aqui”, diz Ricardo.

 

Uma das salas do restaurante tem vista privilegiada para o balcão do sushiman e é um dos lugares prediletos – quando o tempo não permite estar no pátio – para saborear as peças de sushi e sashimi irrepreensíveis que chegam à mesa. Na cozinha, o casal também optou por uma abordagem democrática ao juntar à carta uma vertente de fusão asiática, ideia que o chef Jesse Silva – responsável pelo menu – também abraçou com entusiasmo.

 

Assim, mesmo quem não é fã de sushi encontra ali os sabores da Ásia, em pratos como as vieiras picantes com molho de lima e arroz de ovas ou o tataki de atum com massa udon em manteiga de yuzu. Nas sobremesas sobressai a mousse de manga e yuzo em cama de pão de ló, leve e fresca, ou ainda o brigadeiro de colher com mousse de lima. E a cada passo vão surgindo novidades na carta, tanto do restaurante como do bar. Assim, fica difícil conhecer todas as dimensões do Kanji numa só visita. Como se ainda faltasse pretexto para voltar.

 

Menu infantil
Os mais pequenos também têm direito a escolher entre dois menus especialmente criados para eles. O Dragon Ball, menu de sushi, ou o Captain Tsubasa, com hambúrguer e batatas fritas. Ambos incluem sumo ou água e bola de gelado à escolha.

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