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Grupo Plateform encerra 150 restaurantes de norte a sul

(Fotografia: DR)

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Para fazer frente à crise de saúde pública e para ajudar a prevenir a propagação do novo coronavírus, um dos maiores grupos de restauração em Portugal decidiu encerrar, por tempo indefinido, todos os seus restaurantes de norte a sul, somando-se 150 espaços no total.

De portas fechadas ficam, até indicação em contrário, espaços mais ligados a uma cozinha de autor, como o Pesca, do chef Diogo Noronha; ou o Alma, de Henrique Sá Pessoa, detentor de duas estrelas Michelin – sendo que também o Cais de Pedra e o Tapisco, do mesmo chef, estão encerrados. O mexicano Coyo Taco, a Sala de Corte, dedicada às carnes maturadas, as pizarias ZeroZero ou as cadeias Vitaminas, Honorato e Wok To Walk são outros exemplos de espaços afetados pelo surte do Covid-19. O mesmo se aplica ao Castro – Atelier de Pastéis de Nata, ao poké do Big Fish, ao italiano Ribalta ou ao novo Honest Greens, com comida saudável no Parque das Nações.

“Esta não foi uma decisão fácil. Precisámos de tempo para ponderar tudo o que estava em causa, a começar pelo bem-estar dos nossos quase 2 mil colaboradores e de todos os compromissos que assumimos para com eles, fornecedores e parceiros sem nunca imaginar uma crise desta magnitude”, comunica Rui Sanches, o CEO do grupo Plateform, ex-Multifood. “Só assim”, acrescenta, “conseguimos garantir a total segurança de clientes, colaboradores e fornecedores, algo que, neste momento, é a nossa única prioridade”.