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Bolos premiados na confeitaria Flor de Aveiro

Bolo-rei campeão do 10.º Concurso Nacional de Bolo Rei Tradicional Português. (Fotografia: Maria João Gala/Global Imagens

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Quando se abre a caixa, sente-se que é Natal, com o o bolo-rei da Flor de Aveiro, confeitaria nascida em 1995, a exibir as cores vibrantes das frutas cristalizadas e o açúcar em pó quase a lembrar neve. Desde 2013, que este bolo tradicional foi distinguido com vários títulos de “Melhor dos Melhores”, no Concurso Nacional do Bolo Rei Tradicional Português. Este ano, não foi exceção. Mas, pela primeira vez, a confeitaria aveirense arrecadou em simultâneo três prémios, ao vencer, também, o “ouro” nas categorias de melhor bolo-rainha e de melhor bolo-rei escangalhado.

(Fotografia: Maria João Gala/Global Imagens)

(Fotografia: Maria João Gala/Global Imagens)

Pedro Santos e Milú Borralho são sócios e mestres pasteleiros da Flor de Aveiro. Mas o segredo do bolo-rei está nela, que abraça a profissão desde os 14 anos. “A verdade é que eu ainda não sei os segredos todos. O bolo-rei tem que ter sempre o toque dela”, assume Pedro, que chegou à confeitaria em 1999, para assumir funções de gestão, mas que rapidamente quis meter as mãos na massa. “Eu não conseguia explicar aquilo que queria. Por isso, tive mesmo que ir para o fabrico”, recorda aquele que hoje é um pasteleiro de “mão cheia”. Foi Pedro, aliás, quem este ano decidiu confecionar de forma caseira o doce de abóbora-chila, utilizado no bolo-rei escangalhado. “Deu uma trabalheira. Mas acho que fez diferença”, confessa.

(Fotografia: Maria João Gala/Global Imagens)

(Fotografia: Maria João Gala/Global Imagens)

(Fotografia: Maria João Gala/Global Imagens)

O segredo para o sucesso dos bolos da Flor de Aveiro é, diz Helena Fidalgo, administrativa da empresa, “o amor com que são feitos”. E, depois, sublinha Pedro Santos, “a qualidade da matéria-prima, de preferência cem por cento nacional”. Na época de Natal, ali também são confecionados bilharacos, sonhos, morgados do Bussaco e todos típicos doces natalícios. A procura, essa, é sempre muita. Tanto que, todos os anos, chega a um dia em que a confeitaria deixa de aceitar encomendas.

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