Quando Rui Carvalho soube que o quiosque do Sr. António ia fechar, despediu-se do emprego de formador náutico e atirou-se a uma nova aventura que viria a chamar-se Barraca do Ouro. Com a ajuda do amigo Pedro Martins, desmontou o pequeno contentor estacionado no passeio da Rua do Ouro e a partir da estrutura construiu tudo de novo. “Raspamos as paredes, compramos madeiras e o projeto foi nascendo de dia para dia”, conta Rui, acrescentando que ele próprio fez os balcões onde são preparados os petiscos a preços democráticos ali servidos.
“Queria juntar a taça de vinho do pescador e o copo de vinho mais refinado – manter quem já cá vinha e chamar novos clientes”, justificando desta forma os valores acessíveis dos petiscos daquela esplanada com uma luxuosa vista sobre o Rio Douro e a Ponte da Arrábida. Às mesas tanto chegam tremoços, chouriço assado, sandes de presunto e tábuas, como tostas em pão alentejano (de presunto, vegetariana, de salmão ou de queijo e tomate), saladas, taça de granola e um hambúrguer – o Barracão.
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