No percurso são abordadas questões como o combate à doença, a busca da cura e do alívio da dor em culturas e civilizações tão diferentes como a Mesopotâmia, o Egipto, a Grécia, Roma, os Incas, os Astecas, o Islão, a África, o Tibete, a China ou o Japão. Sem deixar de fora aspetos que marcam a atualidade ou apontam para o futuro – aqui entram as farmácias portáteis ou os estojos de primeiros socorros usados por astronautas da NASA.
Os bilhetes dão acesso a uma coleção de objetos com grande valor artístico, antropológico e científico. O Museu da Farmácia Lisboa guarda desde um sarcófago egípcio até um fato de médico da peste negra; e no Museu da Farmácia Porto há peças com aproximadamente 40 milhões de anos e objetos tão singulares como máscaras de curandeiros e feiticeiros de tribos africanas. Não esquecendo, por exemplo, a Farmácia Islâmica, que integrou um palácio de Damasco no século XIX.

O Museu da Farmácia Lisboa guarda uma valiosa coleção, assim como o seu congénere no Porto.
Fotografia: Orlando Almeida/Global Imagens
No Porto existe ainda um pequeno museu, de entrada gratuita, instalado no primeiro andar da segunda farmácia antiga da cidade.
Inscrições: museudafarmacia@anf.pt
Limite de participantes: 10
Duração: uma hora
Preços: bilhete normal, 6 euros; 4 euros para estudantes e seniores.
