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Perfumar a casa com as velas de quatro novas marcas portuguesas

As velas da Maison Hanae são formuladas seguindo princípios da aromaterapia. (Fotografia: DR)

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MAISON HANAE

(Fotografia: DR)

Velas vegan, produzidas de forma artesanal com cera de soja produzida na EU, sem produtos nocivos e com notas olfativas escolhidas a dedo, seguindo os princípios da aromaterapia, compõem a oferta da portuguesa Maison Hanae, nascida este ano, em Lisboa, pelas mãos de Catarina Venâncio e Ana Machado.

Foi durante uma chamada entre as duas amigas que a ideia surgiu, depois de Ana ter entornado cera vermelha no chão, enquanto fazia lápis de cera para a filha. Bastou para fazer nascer a Maison Hanae, cujo nome junta a palavra francesa “maison”, numa referência ao atelier onde as velas são produzidas, e a palavra japonesa “hanae”, que significa flor/florescer e que remete também para o nome Ana, que ambas envergam.

Neste momento, há seis velas por onde escolher, sendo a CALMA e a BUREAU duas das mais vendidas. A primeira liberta um aroma com propriedades calmantes e relaxantes, graças à lavanda, neroli e frankincense. Já a BUREAU é ideal para criar um ambiente quente e reconfortante, recorrendo aos óleos de canela, baunilha e patchouli. A oferta inclui ainda a FOCO, a L’AMOUR FOU, a LA NOTTE e a PUUR, que ajudam a criar momentos energizantes, íntimos, relaxantes ou revigorantes.

Um dos pilares da marca é a produção consciente, que se reflete nos copos de vidro produzidos à mão na Marinha Grande, e nas embalagens e etiquetas sem plástico, recicladas e recicláveis, certificadas pela FSC. “Além de criar sinergias naturais conscientes, o nosso objetivo é seguir um enquadramento sustentável que engloba produto, pessoas e planeta”, afirma Catarina.

As velas estão disponíveis na loja online, na House of Curated, na Les Filles e na Popup da Santo Infante (até dia 8 de janeiro), em Lisboa, e na CRU, no Porto.

Preços a partir de 49 euros

CERÁ

(Fotografia: DR)

A cerá é a concretização do sonho de Margarida Ferreira, de criar uma marca onde explorasse materiais e processos feitos à mão. Foi quando a pandemia abalou o setor do Turismo, onde trabalhava, que começou a fazer experiências com velas, já que tinha um gosto especial por, conta, personalizar todos os presentes que fazia para a família e amigos. Para dar vida à cerá leu, viu vídeos e tirou um curso de gestão de redes sociais, até lançar a marca há cerca de um ano.

As velas, vendidas em frascos de vidro ou em potes de barro – e ainda com a possibilidade de apenas se comprar a recarga – são feitas com cera de soja e pavio de madeira – que proporciona a experiência de ouvir o som do crepitar da lenha. A escolha faz-se entre oito aromas, sendo o de romã, o mais vendido, e é caracterizado por Margarida como um aroma doce e cítrico, que ao acender se espalha por toda a casa. As velas, as recargas e os aromatizadores podem ainda ser comprados com aroma de figo; maçã e canela; lavanda e alecrim; manjericão, tangerina e lima; chá verde; coco; e maracujá.

Atualmente, a cerá – cuja inspiração para o nome veio da música “Que Sera Sera” de Dorys Day – pode ser encontrada na BEWE Concept Store em Cascais, na Mercearia29 Gourmet, em Carcavelos, e no Craveiral Farmhouse by Belong Staying & Feeling.

Preços a partir de 8 euros

SETE

(Fotografia: DR)

Com notas de saída, de corpo e de base, as velas da Sete quase parecem tratar-se de perfumes – e foi, em parte, assim que a marca nasceu. “Uma das coisas que sempre achei que fazia falta a algumas velas que comprava para minha casa era a falta de perfume”, conta Mariana Pinheiro, mentora do projeto, acrescentando que “muitas vezes comprava uma vela, cheirava e o perfume era maravilhoso mas depois de queimar não sentia praticamente aroma nenhum pela casa e queria muito criar alguma coisa que contrariasse isso”. Foi para colmatar esta falha que nasceu, durante o segundo confinamento, a Sete, com um nome curto, português, “que ficasse de alguma forma no ouvido” e com uma certa simbologia associada ao número.

De aromas mais complexos do que aqueles que se encontram habitualmente, a Sete apresenta seis aromas, dos quais Mariana destaca o Ginger Bomb, com gengibre e erva-príncipe, e o Exotic Breeze, com cedro do Himalaia e jasmim, ambos com boa projeção, garante. A oferta inclui ainda o Basil Zest, o Beach Party, o Flower Power e o Tropical Vibe. Todas as velas são feitas à mão, com cera de soja e óleos essenciais, e vendidas em frascos de vidro castanho. Mariana está a trabalhar no sentido de vender apenas as recargas, para quem já tiver o frasco.

As compras podem ser feitas na página de Instagram da marca ou na loja on-line.

Preços a partir de 27,90 euros

HOLBORN

(Fotografia: DR)

Conchas, novelos e bolhas são algumas das formas das velas da Holborn, um projeto de Ana Valente, com o nome de uma zona central de Londres, onde estudou. Começou a experimentar trabalhar com cera de soja no início do ano e em maio lançou os primeiros artigos, não sem antes ultrapassar vários desafios. “Tive muitos problemas com a cera e com os modelos”, admite. Contudo, foram superados e hoje vende as velas em diversas cores – branco, verde, laranja, rosa, roxo, lilás, vermelho e azul -, formas e fragrâncias.

O produto final pode ser personalizado, tendo o cliente a possibilidade de escolher cada uma das três características. Às formas referidas inicialmente juntam-se ainda os mochos, as cobras, os pilares ondulados e a bola de nó. Quanto às fragrâncias há-as de limão, de laranja e de lavanda.

As vendas fazem-se através da página de Instagram, e as entregas podem ser feitas em mão em Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, São João da Madeira e Vale de Cambra, ou enviadas por correio.

Preços a partir de 3,5 euros