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No Morgado do Quintão, em Lagoa, a ligação à terra prova-se no copo e em massagens

O enoturismo Morgado do Quintão associou-se aos tratamentos e massagens com produtos da marca La-Eva. (Fotografia: DR)

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Depois da parceria de sucesso estabelecida com os luxuosos hotéis Claridge’s, em Londres, e Villa Lacoste na Riviera Francesa, a marca de cosméticos e produtos de spa La-Eva associou-se ao Morgado do Quintão, enoturismo em Lagoa, no Algarve. Filipe Caldas de Vasconcellos, rosto da quinta geração da família a quem o terreno pertence há 300 anos, conheceu a fundadora da La-Eva, Louisa Canham, por meio de amigos em comum e assim nasceu a parceria, com base numa “ligação à terra”.

“A nossa relação com a natureza é sinérgica e profunda”, diz Filipe, aludindo aos 60 hectares de vinha da propriedade e ao trabalho de enologia que desenvolve com a enóloga consultora Joana Maçanita. “A La-Eva” – continua – “leva a experiência mais além proporcionando aos nossos clientes um sentido mais profundo de ligação ao lugar, através de produtos de cosmética sensoriais e de rituais de bem-estar”. São três: a Sensory Immersive, a Deep Release e o Roséum, esfoliação de corpo inteiro.

A experiência começa com um passeio pelas vinhas e passa para a sala onde Alice Keniston, terapeuta residente, dá a cheirar os óleos essenciais – feitos com lavanda, camomila ou especiarias – para o cliente escolher aquele com que mais se identifica. Após a massagem, é oferecido um sorbet de tangerina, tão caraterística do território algarvio. É nele, de resto, que a La-Eva quer enraizar-se, para um dia produzir óleos com outros produtos endógenos, como as grainhas de uva do Morgado do Quintão.

 

O que fazer antes ou depois da massagem

Provas de vinho
O Morgado do Quintão orgulha-se de ter uma das “vinhas mais antigas do Algarve”, com as quais produz 11 referências (incluindo vinhos de ânfora) feitas com três castas – Negra Mole, Crato Branco e Castelão. As provas vão da mais leve, durante um almoço, à mais técnica, podendo ser ainda guiadas por um sommelier, numa mesa à sombra de uma majestosa oliveira com dois mil anos.

(Fotografia: DR)


Pernoitar e mergulhar
Tomar o pulso à terra no sentido literal, absorvendo os perfumes das alfarrobeiras, amendoeiras e oliveiras que pululam na propriedade, é outro dos atrativos para ficar alojado no Morgado do Quintão. As três casas caiadas de branco têm piscinas e jardins privados e podem alojar até oito hóspedes, em estadias mínimas de três noites (a partir de 300 euros/noite).

 

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