Bloodride
Terror, humor negro e umas quantas bizarrias. Eis o que esperar da produção mais recente deste lote, uma série antológica norueguesa, de 2020, recém-chegada à Netflix, que se divide em seis partes. Os espetadores acompanham diferentes passageiros de um autocarro cujo destino não se adivinha promissor – cada um à sua maneira. As histórias centram-se, por exemplo, numa família que se muda da cidade para o campo e num homem libertado ao fim de três anos num hospício.

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The Valhalla Murders
O corpo de um homem é encontrado com múltiplas facadas, e a investigação fica ao cuidado da detetive Kata e de um novo parceiro: Arnar, que regressa à Islândia natal temporariamente, vindo da Noruega. Rapidamente se verifica que o que parecia ser um crime isolado não é, afinal, caso único. Outras pessoas morrem, e as pistas desembocam numa instituição de acolhimento para rapazes encerrada décadas antes: Valhalla. Este mistério islandês, com data de 2019, tem apenas uma temporada.

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Quicksand
Maja, de 18 anos, é detida e acusada de homicídio, após um massacre na escola que frequentava com o namorado, Sebastian, em Estocolmo. À medida que os contornos do crime se vão clarificando, acompanhamos a relação dos dois, da lua-de-mel inicial (rodeada de luxos, graças ao poder económico do pai dele) à deterioração dos laços entre os dois, por via de constantes excessos e carências emocionais. A morte de vários colegas, a tiro, em plena sala de aula, é o ponto de partida desta série sueca, de 2019, que se resume a uma temporada.

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Deadwind
Esta série finlandesa, de 2018, arranca com a descoberta de um cadáver feminino enterrado no terreno de uma obra de grande envergadura, segurando um ramo de jarros. A ação acompanha sobretudo o olhar da detetive Sofia Karppi, que acaba de ficar viúva, com dois menores a cargo. Os espetadores são convidados a mergulhar no seu dramático universo familiar, enquanto se esforça por encontrar os culpados da morte de Anna. A vítima deixa marido e duas filhas pequenas, mas levava uma vida dupla, como cedo se descobre.

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Case
Uma adolescente descrita como bailarina promissora é encontrada num teatro, enforcada. Assim começa esta série islandesa, de 2015, que envolve drogas, prostituição, abuso de menores e poder, nas suas várias formas. A detetive responsável pelo caso está convicta de que há mais para lá daquele aparente suicídio – com razão, como se há-de confirmar, após diversas reviravoltas. A investigar está também um advogado caído em desgraça por conta do álcool, que é contratado pelos pais da rapariga. A história conta-se numa temporada.

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Borderliner
Nikolai ruma à terra natal, onde acaba a investigar um caso de homicídio disfarçado de suicídio. Tudo se complica quando, para proteger a família, o polícia se vê enredado numa teia de segredos e mentiras em crescendo, que se traduz em permanentes dilemas morais. Drogas, tensões familiares, corrupção e falseamento de provas são alguns dos ingredientes desta série de 2017, falada em norueguês, mas que envolve três países: Noruega, Suécia e Alemanha.

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Fallet
Crime e humor conjugam-se nesta série sueca de 2017, com uma temporada, que se desenrola em torno de um homicídio na cidade sueca de Norrbacka. Encarregues do caso ficam Sophie Borg, natural dali, e Tom Brown, um tímido britânico. O que têm em comum? Estão ambos prestes a perder o distintivo por incompetência no desempenho das suas funções, nos respetivos países.

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