Para se criar este museu, com direção artística de Nuno Faria, foram requalificados e repensados vários espaços do Porto, alguns já com funções culturais. Quando estiver completo, terá 17 estações (as últimas a abrir serão o antigo Matadouro, em Campanhã, e a Quinta da Bonjóia, na mesma freguesia).
- Reservatório (Fotografias: Igor Martins/Global Imagens)
Nalguns dos sítios que tinham já salas para exposições temporárias, como é o caso da Casa do Infante ou o Museu Guerra Junqueiro, foi montada uma rede de cinco “Gabinetes”, cada um dedicado a um tema específico onde expõem maioritariamente artistas contemporâneos. Mas não só. Na Casa do Infante funciona o “Gabinete do Tempo”, onde até dia 16 de janeiro está exposta parte do acervo que o jornalista, bibliógrafo e contador de histórias da cidade Germano Silva doou ao Arquivo Municipal por altura do seu 90º aniversário, em outubro passado.
- Reservatório (Fotografias: Igor Martins/Global Imagens)
A estação número 1 – Reservatório – encontra-se no Parque da Pasteleira, no antigo depósito de água recuperado em 2017. Aqui, pode conhecer-se melhor a história da cidade através dos vestígios arqueológicos recolhidos nos séculos XX e XXI, e que vão da pré-história até à época contemporânea.
Na hora de recuperar forças, o Bar da Extensão do Douro releva-se uma boa opção, assim como a Pestana Pousada Porto, aberta, recentemente, na rua das Flores.
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