O percurso, cujo mapa pode ser descarregado aqui, decorre ao ar livre, em diferentes zonas do jardim, e está preparado para receber cadeiras de rodas e carrinhos de bebé. O objetivo é que todos possam apreciar aquela experiência interativa, que recria animais como dinossauros ou felinos, plantas e diversos elementos de outras culturas, com recurso a centenas de lanternas gigantes, micro mapping e light design.
É um espetáculo contínuo, que se realiza independentemente das condições meteorológicas e exige uso de máscara. De quarta a sábado, há entradas de meia em meia hora, das 19h30 às 22h30, com fecho de portas às 24h; ao domingo, o acesso tem lugar, também de meia em meia hora, das 19h30 às 21h30, sendo o encerramento às 23h. Uma hora é o tempo médio de visita.
Os bilhetes custam entre 8 e 15 euros. Há descontos para famílias, residentes no concelho do Porto, estudantes, pessoas com mobilidade reduzida, maiores de 65 anos e menores dos 4 aos 17 anos. Crianças até aos 3 anos têm acesso livre.
A iniciativa foi desenvolvida pelo atelier português OCUBO, em parceria com a Câmara Municipal e o Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto. Antes, passou pelo Jardim Botânico Tropical, em Lisboa.
Querendo recarregar baterias à mesa, basta rumar à Maria Dentada, cafetaria e restaurante que serve brunch, scones e demais refeições ligeiras ali mesmo, no edifício da Galeria da Biodiversidade.
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