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Lojas de rua em Lisboa para compras de Natal, das loiças às lãs e vinhos

STRÓ. (Reinaldo Rodrigues/GI)

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STRÓ

STRÓ. (Foto: Reinaldo Rodrigues/GI)

Em apenas sete anos de marca, a STRÓ já está presente em três moradas no Príncipe Real. Tudo começou com a produção de chinelos de lã portuguesa, feitos a partir de sobras de tecidos, e rapidamente se estenderam a outras matérias-primas, como o linho e o algodão, e a outros produtos como cachecóis, camisas, cobertores de papa, bóinas, bolsas e máscaras faciais, todos de fabrico nacional e artesanal. A sustentabilidade está na génese da STRÓ, que tem uma coleção inteira, a Vintage, feita 100% com materiais reutilizados, muitos reaproveitados de moinhos têxteis.

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Luza

Luza. (Foto: Reinaldo Rodrigues/GI)

A cerâmica e design nacionais estão representados debaixo deste teto com nomes como Bordallo Pinheiro, Costa Nova e Casa Alegre, mas há jarros, pratos, vasos, taças, canecas e travessas para todos os gostos, mais tradicionais ou contemporâneas, e carteiras. É assim há cinco anos, desde que a Luza chegou ao Chiado, pelas mesmas mãos dos responsáveis da Cerâmicas na Linha, que existe em Oeiras há quase uma década. Mesmo a tempo do Natal, num dos cantos do espaço, onde estão dezenas de peças em desconto, a preços muito apelativos. Além da morada física, a loja também vende nas redes sociais e exporta para todo o país

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Tapetes de Arraiolos Trevo

Tapetes de Arraiolos Trevo. (Foto: DR)

É morada obrigatória na capital para quem queira oferecer a tapeçaria tradicional de Arraiolos como presente no sapatinho. À frente da Tapetes de Arraiolos Trevo, nas Avenidas Novas, está Sílvia Pinto, que ajudou a fundar a marca há cinco décadas. Pelo espaço, encontram-se dezenas de exemplares, de vários tamanhos e fabricados manualmente pelas bordadeiras da casa, tudo com lãs nacionais. Há abertura para que se personalizem tapetes, replicando no tear os padrões e as cores que o cliente deseje, podendo comprá-los na loja ou encomendá-los online e recebê-los em casa. Na cave, há ainda uma zona de oficina onde se reparam e limpam tapetes.

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Garrafeira Napoleão

Garrafeira Napoleão (Foto: Leonardo Negrão/GI)

É uma das mais completas garrafeiras da cidade, extensa não só no catálogo de mais de oito mil referências vínicas nacionais, com representação a norte, sul e ilhas, mas também em legado, por se tratar de uma marca com mais de cinco décadas de portas abertas. Por esta altura, vendem-se cabazes de Natal que juntam vinhos, queijos DOP de Azeitão, mel da Beira Baixa, presunto, licores ou compotas, conforme o que se pretenda oferecer. “São bons presentes para oferecer a uma família inteira, há qualquer coisa para cada pessoa”, explica Ana Napoleão, filha do fundador. Pode encomendar-se online ou comprar-se em loja, na Baixa.

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Caza das Vellas Loreto

Caza das Vellas Loreto. (Foto: DR)

É uma das maiores resistentes no comércio de rua, mantendo-se aberta há mais de 200 anos, sempre na mesma família, agora na sexta geração. A Caza das Vellas Loreto dá cheiro ao Chiado com as suas centenas de velas, das mais variadas cores e feitios, dos motivos florais e angelicais aos mais recentes, os festivos, com formas de estrelas, romãs, pinhas e árvores de Natal. “Temos clientes que vêm cá há anos. Muitos dizem-me: ‘Já vinha cá com a minha avó’”, conta Margarida de Sá Pereira, dona do espaço, onde se fabricam as velas de forma manual e minuciosa, que traz “valor acrescentado.

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