Até 20 de maio, é dado a conhecer aquele espaço com longa história religiosa e militar, fortemente ligado à queda do Estado Novo. O então chefe do governo, Marcello Caetano, buscou refúgio nesse edifício, que acabou por ser tomado pelas forças do capitão Salgueiro Maia.
As visitas guiadas exigem marcação prévia, por e-mail (museu@gnr.pt), informou, em comunicado, a GNR, que insere a iniciativa nas comemorações dos seus 112 anos. Entre os atrativos contam-se o Museu da Guarda e a exposição temporária “O Quartel do Carmo na Revolução de Abril”, sem esquecer a varanda panorâmica sobre o Rossio – cujo acesso está limitado entre as 16h e as 17h, nos dias úteis.

Vista do Quartel do Carmo.
(Fotografia de Paulo Spranger/Global Imagens)
As entradas decorrem de segunda a sábado, assim como nos feriados. O Museu da Guarda funciona das 10h às 18h, com entrada até às 17h30. De resto, o quartel é visitável das 10h às 12h e das 14h às 16h30, também com a última entrada a fazer-se meia hora antes.
