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Gondomar à beira-rio, com paisagens fluviais, arte e boa mesa

A Praia Fluvial da Lomba, vista do restaurante Figurino do Douro, em Melres. Fotografia: André Rolo/GI

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Lugar do Desenho – Fundação Júlio Resende
O legado do mestre (e dos amigos)

O LUGAR DO DESENHO – FUNDAÇÃO JÚLIO RESENDE procura preservar e divulgar o acervo de um artista que se dedicou à pintura, mas também ao fresco, à cerâmica ou à escultura. Por estes dias, estão patentes as exposições “Completa serenidade”, de Resende; “Visita Privada – Amigos de Júlio Resende”, abrangendo obras que lhe foram oferecidas por criadores como Almada Negreiros ou Armanda Passos; e ainda “Suspenso”, de Júlio Dolbeth. A casa-ateliê do mestre está encerrada para manutenção.

Fotografia: André Rolo/GI

Clube Naval Infante D. Henrique
Remo para todos

O CLUBE NAVAL INFANTE D. HENRIQUE, nascido em 1925 e focado no remo, está direcionado para a competição, mas também tem uma vertente de iniciação, para menores dos 9 aos 17 anos, e outra de lazer, para maiores de idade. O primeiro passo é agendar uma aula experimental gratuita.

Fotografia: Ivo Pereira/GI

Quinta do Passal
Bicicletas, treino canino e arborismo

A QUINTA DO PASSAL, que funciona como Centro de Educação Ambiental, tem várias atividades para famílias, podendo os seus espaços exteriores e exposições ser visitados de forma autónoma e gratuita – a exceção é o parque de arborismo, cuja utilização, por grupos de pelo menos 15 pessoas, tem um custo, variável consoante o caso. Aqui, há parque de merendas, escalada infantil, bicicletas que permitem aos maiores de 14 anos circular pelo concelho por um período máximo de quatro horas, parque canino e workshops de comportamento animal (no último sábado de cada mês, às 10h, para cães adultos, e às 11h, para cães até um ano), tudo grátis. Os agregados familiares com residência em Gondomar podem ainda candidatar-se a um de 58 talhões de agricultura biológica, sem custos e com direito a formação.

Fotografia: André Rolo/GI

Casa Branca de Gramido
Do tratado de paz à filigrana

A CASA BRANCA DE GRAMIDO, assim chamada porque teve como proprietários grandes comerciantes de trigo conhecidos como Casas Brancas, foi palco da assinatura da Convenção de Gramido, que em 29 de junho de 1847 pôs fim à última guerra civil em Portugal: a Patuleia. Chegou a funcionar como ilha e escola primária, mas em 1989 foi adquirida pela Câmara, que fez dela polo cultural e Loja Interativa do Turismo. Hoje, acolhe centro de boas vindas da Rota da Filigrana, com o espólio municipal de ourivesaria. Vale a pena conhecer os processos de tão minucioso ofício, mas sobretudo admirar as peças de artesãos locais e “o maior coração em filigrana do Mundo”. Isto perante o sorriso da atriz Sharon Stone, fotografada na rua com um colar feito pelo artesão António Cardoso.

Fotografia: André Rolo/GI

Fotografia: André Rolo/GI

Casa Lindo
Comida tradicional com bênção de artistas

No coração dos apreciadores de boa comida tradicional há por certo lugar para a CASA LINDO, que Gracinda Lima e Manuel Galeiras asseguram estar na família há três séculos e ter sido frequentada pelo escritor Camilo Castelo Branco no tempo dos avós dela. Ali se sentaram outros vultos da cultura, como o cineasta Manoel de Oliveira ou o mestre Júlio Resende. O restaurante, com esplanada voltada para o Douro, ganhou fama pela lampreia e pelo sável, disponíveis de janeiro a abril, e no resto do ano pode sempre pedir-se os filetes de polvo, a posta de vitela ou, ao fim de semana, o cabrito assado.

O Taberneiro
Petiscos de fim de semana

Os passadiços terminam junto à Casa Lindo, mas quem seguir de bicicleta pela EN 108 encontra petiscos saborosos e bem portugueses n’O TABERNEIRO, um restaurante com 40 anos, aberto apenas nos fins de semana e feriados. Têm especial saída as papas de sarrabulho, as pataniscas, o bacalhau desfiado ou o presunto de cura natural cortado à mão, mas há mais opções, como moelas, rojões e febras.

Figurino do Douro
Assados e vista ímpar sobre o rio

O cabrito, disponível sexta, sábado e domingo, ou por encomenda, é só um dos atrativos do FIGURINO DO DOURO, com vista desafogada sobre o rio. Valter Vieira, que antes teve o restaurante Figurino de Barreiros, na Maia, decidiu passá-lo e dar continuidade à casa de comida tradicional criada pelos avós, há décadas, em Melres. Tinha então o nome Douro à Vista, mercearia por baixo e pensão por cima (agora tem alojamento local). O espaço sofreu melhorias, assim como o serviço e a apresentação dos pratos, de que se destacam os assados. Além de cabrito e outras carnes, há polvo, bacalhau e, na devida época, lampreia. Valter não abre mão de receitas e segredos da avó e da mãe, que vão dos temperos ao pudim Figurino, uma espécie de Abade de Priscos, sem a carne gorda. Entre os clientes há figuras de áreas como o desporto, a política ou a cultura, como atestam as fotografias à entrada.

 

Polvo assado com vista para o Douro.
Fotografia: André Rolo/GI

Valter Vieira, o responsável pela casa, em regra está junto à grelha.
Fotografia: André Rolo/GI

Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.