Esta semana fomos ao Parque Mayer, à Galiza e regressámos ao trabalho de comboio

Nos últimos dias, fomos visitar uma ilha, rimos com teatro de revista e regressámos à cidade.

Rir com a revista à portuguesa, em Lisboa
Enquanto as obras de reconstrução do Teatro Variedades, não terminam e o Capitólio simboliza o futuro novo Parque Mayer, o velhinho Teatro Maria Vitória mantém-se heroicamente em funcionamento, muito graças ao empresário Hélder Freire Costa. No sábado, fui ver a revista “Vamos ao Parque” e diverti-me a valer. A revista é um dos mais autênticos registos teatrais portugueses e precisa de público, assim como o Parque Mayer precisa de novos teatros. AR

Conhecer as ilhas Cíes, na Galiza
Foram os relatos deslumbrados que ouvi, que me deram vontade de visitar este pedaço de paraíso, a uma curta viagem de ferry a partir de Vigo. E tudo se confirma: as águas cristalinas (mas frias) da Ria de Vigo, a vegetação em abundância e o privilégio de fazer trilhos numa ilha – na verdade, de duas, Monte Agudo e O Faro, unidas pela Praia de Rodas – de beleza quase imaculada, graças à inexistência de veículos e a uma limpeza exímia. ALS

Retomar a viagem para a cidade
Com o teletrabalho a terminar, ao cabo de ano e meio a trabalhar quase exclusivamente a partir de casa, retomei por estes dias a minha pequena migração diurna para o Porto. Com uma atitude positiva, são duas horas por dia que podem ser quase todas ganhas em convívios com pessoas que deixámos de ver – como a Joana, que me serve café no bar da estação – e com o embalo do comboio que me faz mergulhar na leitura ou na observação da paisagem e das pessoas. Também representa um regresso ao abraço do Porto à chegada a S. Bento, com o seu horizonte monumental a recortar-se no céu, o movimento de passos e vozes, a minha escalada pela rua do Bonjardim – a rua do Porto que eu mais gosto. Às vezes, compro fruta e pão pelo caminho e converso com o Sr. Leitão e o Ricardo. Outras, paro uns segundos a ver melhor as montras. Também parei no alfarrabista e comprei, por 2 euros, dois livros Alphnose Daudet e Alves Redol. Tem sido um regresso saboreado. DM



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