Todos os sábados à noite observa-se o céu no Centro Ciência Viva de Constância – Parque de Astronomia, situado no alto de Santa Bárbara, em Constância, Santarém. A atividade é realizada através de cinco telescópios de várias aberturas e arquiteturas, acomodados dentro de cúpulas, que permitem conhecer planetas, nebulosas, estrelas, constelações. Uma das cúpulas está vazia, apresentando-se como um convite para os visitantes levarem o seu próprio telescópio. E quando o tempo não está de feição, a atividade salta para dentro do Planetário, onde é possível ver o céu daquela noite, e de outras. Há quem peça para ver o céu da noite em que nasceu, exemplifica bem-disposto Máximo Ferreira, astrónomo e diretor do centro. Mas há mais experiências disponíveis. “Podemos ver uma simulação do eclipse do sol, colocarmo-nos noutros países [para ver os seus céus] e simular auroras boreais”.

(Fotografia: DR)
E enquanto o dia não se faz noite, explora-se o Parque de Astronomia, onde se encontram 12 módulos que fazem uma alusão ao Sistema Solar, permitindo, por exemplo, perceber os tamanhos dos planetas e a distância a que estão um dos outros. Ainda de dia, numa câmara escura dotada de espelhos e lentes, faz-se observação solar.
Já no Hangar repousa um avião a jato fornecido pela Força Aérea, que integra a exposição “Física do Voo – Avião a Jato T33”, onde se explica como funcionam aqueles aparelhos, e as forças envolvidas no voo. Visitantes mais aventureiros podem experimentar a sensação de rodar num giroscópio humano, equipamento concebido pela NASA para treinar pilotos e astronautas numa situação de descontrolo da nave.
No fundo, com todas estas atividades Máximo pretende que as pessoas “saiam com vontade de continuar a observação”, e que se recupere “a intimidade que se perdeu entre a terra e o céu.”
Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.
