Depois das críticas às filas de turistas, Castelo de São Jorge já está encerrado

O Castelo de São Jorge está encerrado desde as 15h desta segunda-feira. Nos últimos dias, imagens com filas de espera à entrada do monumento tinham gerado críticas nas redes sociais.
(Fotografia: Carlos Manuel Martins/Gl)
O Castelo de São Jorge está encerrado desde as 15h desta segunda-feira. Nos últimos dias, imagens com filas de espera à entrada do monumento tinham gerado críticas nas redes sociais.

As filas de turistas que se mantinham à entrada do Castelo de São Jorge estavam a gerar uma onda de críticas nas redes sociais, mas a Câmara Municipal de Lisboa acabou por encerrar, esta segunda-feira, o mais icónico monumento da capital. Em comunicado, a autarquia explica que fechou, a partir das 15h00, a área ao ar livre do castelo, “o único equipamento municipal que ainda estava em funcionamento em Lisboa”.

No documento, a autarquia explica que a zona ao ar livre se manteve aberta, até aqui, “como forma de apoio à dispersão de turistas pela cidade”, “evitando a sua concentração em menos locais e/ou como espaços fechados”, tendo encerrado, anteriormente, os espaços museológicos e interpretativos. Contudo, é referido, “foram implementadas todas as medidas de proteção sobre atendimento público aos trabalhadores das bilheteiras”.

Esta é mais uma medida para reduzir riscos de exposição e contágio do Covid-19, depois de já se ter ordenado, por exemplo, o encerramento de discotecas, museus, bibliotecas, teatros e piscinas municipais, assim como a redução do limite de capacidade dos restaurantes e a diminuição do horário de funcionamento de bares, que passam a fechar às 21h00.

Há cerca de um ano, dados revelados pela EGEAC mostravam que, durante o ano de 2018, o Castelo de São Jorge, que se mantém como um dos locais de interesse mais visitados na capital e no país, tinha recebido um total de dois milhões de visitantes.



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