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Compras de Natal em Oeiras: moda, loiça e gourmet numa tranquila praceta

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O batismo da rua surge como homenagem a um médico que viveu em Oeiras, entre a década de 1920 e de 1990. O que vem, curiosamente, a calhar bem, uma vez que muitos equiparam uma ida às compras a uma terapia medicinal. Na Rua Dr. José da Cunha, uma praceta que também é conhecida na zona como Fórum Oeiras, por ser uma espécie de centro comercial ao ar livre, há muito por onde escolher na hora de oferecer presentes feitos em Portugal, inclusive nas novas moradas que este ano trouxe.

Esta sossegada zona de Oeiras, com parque de estacionamento, árvores e dois grandes bonecos de neve que se iluminam com o cair da noite, conta ainda com restaurantes e pastelarias com esplanada, caso haja vontade de saciar o apetite ou fazer uma pausa nas compras de Natal, um exercício que – alguns concordarão – muitas vezes não é pacífico.

Nas proximidades da Rua Dr. José da Cunha encontram-se, também, zonas verdes onde se fazem caminhadas em família ou a solo, a qualquer hora do dia. Para além do Parque dos Poetas, mais conhecido, há outros que vale a pena conhecer, como o Parque das Perdizes e o Jardim do Ultramar, ambos a poucos minutos a pé do Fórum Oeiras. E por falar em caminhar, em apenas meia hora a andar, chega-se ao mar e ao Passeio Marítimo de Oeiras, a desculpa ideal para aproveitar o sol de inverno.

 

Mandrágora, 18B
Do amor entre um português, Teotónio, e uma espanhola, Carmen, nasceu a família Bouça. E nasceu, também, esta loja de decoração de interiores e exteriores, que atua há mais de 40 anos e que se mudou do bairro de Benfica para Oeiras há coisa de uma década. A amplitude, quer nos metros quadrados da Mandrágora, quer na sua diversidade de produto, é uma das mais-valias do negócio familiar, com as filhas Marta e Ana a ajudar. Quadros, tapetes, sofás, mesas, vasos, esculturas estão entre as centenas de produtos made in Portugal que aqui se encontram, de designers como Luís Peixoto e Paulo Antunes, por exemplo. Além de ajudar alguém a remodelar a casa, também se pode oferecer prendas mais criativas, uma vez que nesta loja de faz restauro de móveis e peças. Das 10h30 às 20h00. Encerra domingo.

(Fotografia: Carlos Manuel Martins/GI)

 

Cerâmicas na Linha, 20B
Entrada obrigatória para quem esteja a pensar oferecer prendas de Natal a amantes de cerâmica. E sendo esta 100% nacional, melhor ainda. Este espaço nasceu há quase uma década, pelas mãos de Natália Pires, apaixonada pela arte que hoje vende, e o sucesso tem sido tal que uma segunda morada da Cerâmicas na Linha acabou por surgir, mais recentemente, no Chiado. Algumas das mais reconhecidas fábricas de loiça, tanto de grés, faiança ou terracota, como a Bordallo Pinheiro e a Costa Nova, têm aqui várias das suas peças, que são vendidas à unidade. Todas as restantes marcas são vendidas a peso, ou ao quilo, neste caso. Travessas, pratos, taças, terrinas, jarros, chávenas e até várias interpretações do famoso Galo de Barcelos: a variedade está bem representada, basta entrar e escolher. Das 10h00 às 20h00. Encerra domingo. Preço da loiça: desde 3,80 euros o quilo.

(Fotografia: Carlos Manuel Martins/Gl)

 

Villas – Mercearia Moderna, 30B
Alguns já se encontram feitos e expostos na montra desta nova mercearia, que reforçou a oferta de Oeiras este verão, mas uma ida à Villas é a oportunidade ideal para personalizar um cabaz e oferecê-lo a alguém. Basta escolher entre as centenas de produtos regionais e gourmet que se encontram na nova morada gerida pelo casal Sérgio e Maria João Gomes, que já tinham uma experiência de duas décadas noutras superfícies comerciais. Na garrafeira, encontram-se mais de duas centenas de referências de norte a sul; há azeites biológicos, com trufa, com malaguetas e com manjericão; queijos DOP São Jorge, Serpa ou Azeitão, por exemplo; enchidos variados vindos da Serra da Estrela; doces da Prisca de cereja com gengibre, fico e laranja, ou maçã, passas e canela; ou vinagres de mel, limão e laranja ou framboesas e orégãos.

Fotografia: Jorge Amaral/GI

Missus – Loving Swimsuits, 25A
Não só a pensar já no próximo verão, como também «em quem vai passar o fim de ano em destinos quentes», explica, e com razão, Marta Matias, formada em design industrial e uma das donas da Missus, que nasceu há quase quatro anos, a evolução natural de quem colabora, há já algum tempo, com eventos como o da ModaLisboa. Nesta loja, tem à mostra mais de uma centena de biquíni e fatos de banho de produção nacional, criados por si, mas também algumas versões de body e kimono. Na Missus, a moda feminina também se faz representar com vestidos curtos, macacões, casacos e acessórios, para vários tipos de público: infantil, que reforçou a oferta da loja este ano; o jovem; e para maiores de 40 anos, com tamanhos a obeceder a vários tipos de corpos. Aliás, «é uma das prioriedades da marca», explica a responsável. Das 10h00 às 19h00. Encerra domingo.