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Boas-vindas ao outono: Quatro ideias para aproveitar a nova estação

Caves Burmester (Fotografia: Pedro Granadeiro/GI)

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# Visitar caves e adegas
É um programa para algumas horas, para um dia ou até para uma escapada de fim-de-semana – seja a dois, em família, com um grupo de amigos. O enoturismo é uma experiência que, nos dias de hoje, se pode fazer até com crianças, porque elas podem participar em várias atividades menos naquela que é apanágio apenas dos adultos: provar vinhos. A oferta é vasta, mas pode começar por consultar o guia de visita das caves de vinho do Porto, que toda a gente deveria visitar pelo menos uma vez na vida. Há caves com um pendor museológico mais marcado, outras com restaurante e outras com experiências multimédia (consulte o site). No que diz respeito a quintas e adegas, comece por procurar aquelas mais perto da sua casa – e a lição sobre as regiões vitivinícolas começa aí mesmo. Há quintas que associam as vinhas a património e até a arte, onde também se pode comer e visitar belos jardins, com preços de entrada muito razoáveis e que incluem provas de vinhos. Dora Mota

Caves Taylor’s (Fotografia: Leonel de Castro /GI)

 

# Apanhar cogumelos
Em tempo de cogumelos, há quem conduza passeios guiados pela floresta, ensinando a distinguir aqueles que são comestíveis, e os dê a provar depois, em pratos de peixe, de carne e mesmo em sobremesas.

Belmonte: workshops com um chef
A Pousada Convento de Belmonte tem novo programa para as manhãs de domingo, entre 15 de outubro e 30 de novembro. É o Workshop do Cogumelo, que inclui uma visita guiada pelo chef Valdir Lubave, no âmbito do Festival do Cogumelo Silvestre, praticamente uma tradição daquela unidade hoteleira, na Serra da Esperança. “Já foram encontradas por aqui 98 espécies diferentes de cogumelos”, o que permite uma grande diversidade de experiências à mesa, conta o chef do Convento de Belmonte Gourmet. Quem quiser ir com ele apanhar boletos para posterior degustação deve inscrever-se com uma semana de antecedência, por valores entre 45 e 50 euros, consoante se seja ou não hóspede. Vale bem a pena conhecer esta casa, com 24 quartos, nascida das ruínas do Convento de Nossa Senhora da Esperança.

Pousada Convento de Belmonte (Fotografia: Maria João Gala/GI)

 

Guarda: identificar cogumelos silvestres
A Quinta Pedagógica da Maúnça, na Guarda, acolhe uma saída de campo para identificação de cogumelos silvestres no dia 24 de outubro. Entre as 10h e as 18h, o formador de micologia Marco Ferraz vai dar a conhecer algumas espécies de cogumelos silvestres que se encontra nas áreas florestais, aproveitando para ensinar as boas práticas na apanha dos mesmos e assinalar a sua importância ecológica. Esta formação teórico-prática, fruto de uma parceria entre a Associação Transumância e Natureza e o município da Guarda, está limitada a dez pessoas, sendo o uso de máscara obrigatório. A participação é gratuita (sem almoço incluído), mas requer inscrição por e-mail (geral@atnatureza.org). Carina Fonseca

Dia 24 de outubro há uma saída de campo para identificação de cogumelos silvestres na Guarda. (Fotografia: DR)

 

# Ver como se fazem os lápis Viarco
Entrar na centenária Viarco, a única fábrica de lápis em Portugal, é como voltar atrás no tempo. Algumas das máquinas mais antigas continuam em funcionamento, e fazem parte da produção da marca, que além dos clássicos lápis de grafite tem apostado no desenvolvimento de novas ferramentas de desenho, focadas no campo das belas artes. As visitas guiadas à Viarco estão inseridas na rota de turismo industrial de São João da Madeira, são organizadas pela Câmara Municipal mediante marcação prévia (recomenda-se antecedência de 5 dias), e têm início precisamente no Posto de Turismo da cidade. Na fábrica, os visitantes acompanham todas as etapas do processo de fabrico e, chegando à loja, ficam a conhecer os produtos finais que compõem o portefólio da marca. Ana Costa

Viarco (Fotografia: André Gouveia/GI)

 

# Visitar a Burel Factory e investir numa boa manta
A Serra da Estrela tem sempre os seus encantos em qualquer época do ano. Mas agora, quando começa o tempo a ficar mais fresco, a austeridade da paisagem rochosa, o ar puroe a gastronomia parecem mais aconchegantes. Gostar da serra é também gostar da sua história e querer conhecer as vivências de quem a habita. Uma boa forma de a começar a conhecer é visitar a fábrica de burel em Manteigas. Este tecido de lã usado tradicionalmente pelos pastores foi sendo recuperado nos últimos anos. Principalmente devido ao trabalho de João Tomás e Isabel Costa. Além de terem aberto, em 2006, a Casa das Penhas Douradas e, mais recentemente, o primeiro cinco estrelas na Serra, a Casa de São Lourenço – Burel Panorama Hotel, recuperaram uma antiga fábrica de burel. Esta é visitável e na loja, logo à entrada, é possível adquirir os seus produtos. Seja as famosas mantas, capas, casacos, camisas, botas, cachecóis, mochilas, entre outros produtos. Luísa Marinho

Burel Factory (Fotografia: DR)

 

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