Após dois meses fechado, Jardim Zoológico de Lisboa reabre com novas regras

(Reinaldo Rodrigues/GI)
O Jardim Zoológico de Lisboa volta a abrir ao público, num regresso ao ativo feito por fases. Para já, aconselha-se o uso de máscara dentro do parque e avisa-se que algumas atrações estão encerradas.

É o regresso à normalidade possível em Sete Rios. O Jardim Zoológico de Lisboa vai reabrir ao público esta sexta-feira, depois de ter estado encerrado durante quase dois meses, mas com algumas regras. A começar, é aconselhada a utilização de máscara dentro do parque, mesmo tratando-se de uma atração ao ar livre, e este “regresso ao ativo” será feito por fases. Para já, mantêm-se encerradas as apresentações ao vivo com animais e tratadores, e algumas atrações e zonas, como a loja do Zoo.

“Fechado há quase dois meses, o Jardim Zoológico reabre na próxima sexta-feira. Como espaço amplo e ao ar livre, a morada mais selvagem de Lisboa tem a possibilidade de abrir as portas nesta primeira tentativa de busca pela normalidade”, lê-se num comunicado da instituição, que anunciou recentemente boas notícias.

Além disso, o Jardim Zoológico de Lisboa aconselha que os visitantes circulem de máscara dentro do parque e respeitem as orientações da Direção-Geral da Saúde. “O mesmo Zoo de sempre e da memória de todos, mas com regras diferentes”, é salientado pela instituição, referindo-se que, tal como aconteceu até agora, no processo de reabertura continuarão a ser tidas em conta as recomendações e diretrizes da Direção-Geral da Saúde, que serão “aplicadas às diferentes situações vividas no parque”.

Na nota enviada, o Zoo explica que, desde que as portas do parque foram encerradas, a 16 de março, nunca se “baixou os braços”, mantendo-se sempre “os padrões de excelência que sempre o caracterizaram, no cuidado dos animais”. “Manteve igualmente a sua missão fora de portas, através da contínua colaboração em programas de conservação no habitat natural, bem como no cumprimento da sua missão educativa de sensibilização das famílias e comunidade escolar para a necessidade de conservar a biodiversidade do planeta”, lê-se no comunicado.



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