A prova de ‘trail running’, com uma extensão de 306 quilómetros, atravessa 10 concelhos algarvios, tendo os atletas um tempo máximo de 72 horas para cumprirem o percurso entre o Forte do Beliche, em Sagres, e o cais de Alcoutim.
Considerada a prova de corrida contínua mais longa e desafiante de Portugal, a ALUT percorre o interior algarvio de poente para nascente, utilizando a Grande Rota 13 da Via Algarviana. “É uma prova única que dá a conhecer a história, cultura, gastronomia e natureza do Algarve, decorrendo no designado período de época baixa do turismo, com o objetivo de combater a sazonalidade na região”, disse à Lusa o diretor da prova.
Segundo o diretor da prova, o grau de dificuldade vai aumentar este ano, já que o percurso sofreu uma alteração para que possa passar pelos três pontos mais elevados do Algarve, que são a Madrinha, a Picota e a Fóia, no concelho de Monchique. “É uma pequena novidade para os atletas sentirem que estão a explorar ao máximo o território”, referiu.
Bruno Rodrigues disse que a ALUT “pretende ser um evento lúdico, uma viagem para dar a conhecer o interior algarvio, num contacto com as populações locais”.
Ao longo do percurso vão ser instaladas 10 bases de vida, locais que se destinam ao descanso e reabastecimento dos atletas, com alimentação variada e produtos típicos da região, e onde a população pode manter contacto com os participantes.
