O casal Kim Sterckx e Olivier Belien só conhecia Portugal através dos relatos da mãe de Olivier, que escolhia passar férias no Algarve durante o inverno belga. “Queríamos investir num sítio com bom tempo, não demasiado caro, e com boa comida e boas pessoas”, conta Kim, e “em 2014 mudámo-nos todos para Portugal”. Nascia assim a Casa Tuia, num terreno meio isolado próximo da Praia do Carvoeiro.
Kim foi a responsável pela decoração e pelo design do glamping, e Olivier muniu-se da experiência de ter dirigido uma empresa de construção na Bélgica para tirar o projeto do papel. O casal construiu um apartamento no edifício que já existia e juntou-lhe outros quatro. Nas imediações criou cinco tendas de campismo de luxo, sobrelevadas do chão, a lembrar um resort africano, com todo o conforto moderno.
- O design e a decoração ficaram a cargo de Kim Sterckx, fundadora. (Fotografias: DR)
Os apartamentos (para quatro e cinco hóspedes) têm cozinha totalmente equipada, salas de refeições interior e exterior, terraço privado e um kit de boas-vindas com água, vinho e café. Tanto estes como as tendas apresentam um ambiente inspirado em Bali, Indonésia, marcado pelo uso das madeiras e tons leves. As cozinhas têm fogão a gás, frigorífico com congelador, máquina de café, micro-ondas e acessórios.
- Há villas com piscinas privadas. (Fotografias: DR)
A Casa Tuia dispõe ainda de duas villas com piscinas privadas. Nos dias de calor, os hóspedes podem mergulhar na piscina rodeada de espreguiçadeiras e refrescar-se no lounge-bar. Duas vezes por semana, Olivier acende o forno a lenha e as famílias juntam-se para fazer as próprias pizas. Pingue-pongue, basquetebol ou petanca são os jogos disponíveis no glamping, equipado igualmente com um parque infantil.

A casa fica nas imediações da Praia do Carvoeiro.
(Fotografia: DR)
ALGAR DE BENAGIL
A conhecida gruta de Benagil (Lagoa) é, na verdade, um conjunto de anéis de vários tons castanhos e amarelados que afunilam numa claraboia (ou algar, termo da geomorfologia), esculpidos pelo mar e pelo vento há 20 milhões de anos. A esta praia só se acede de barco, caiaque ou prancha. Mais acessível é o passadiço do Algar Seco, que serpenteia ao longo de 500 metros a partir da Praia do Carvoeiro.
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