
Conheça, nesta fotogaleria, os 10 refúgios no campo para uma escapadela.

1. Casas Caiadas, Arraiolos
Ainda não passámos o Sabugueiro, virando à esquerda antes de Arraiolos, e já o telemóvel anuncia: sem rede. Ao início, estranha-se. Depois, sabemos que é disso que precisamos. Ao chegar às Casas Caiadas, virando na estrada de terra que passa pelo meio de um latifúndio, tudo é sossego e natureza. E rede wi-fi que, não nos obrigando a estar fora do mundo, nos torna donos do contacto com ele.
Não enganam pelo nome estas casas - quatro, dispostas cenograficamente num azinhal. São de facto, caiadas. Brancas por dentro e por fora, com pedra a debruar portas e telhados - num trabalho de recuperação premiado do arquiteto Pereira Miguel, a partir de um moinho de água que tornou realidade de pedra… e cal o sonho da vida do casal Mário e Paula, ele bancário ela, marketeer. Por ser o sonho deles, puseram em tudo o máximo cuidado: dos fechos das portas, às prateleiras em nichos… Isso traduz-se em conforto, e também para os olhos, que descansam no branco que percorre a decoração.
As casas são separadas, mas têm de se alugar em conjunto, no total dão para oito pessoas. E são ideais para famílias ou grupos de amigos. Todos se encontrarão na casa central, comum, que é sala de estar, jantar, e cozinha - tem um fogão de sala e aqui são servidas refeições a pedido, e o pequeno-almoço, incluído, com pão alentejano e requeijão. A casa grande, ao lado, tem uma suite e dois quartos com casa de banho partilhada. A casa de pedra é uma suite, separada. E a partir deste final de ano, os donos vão também alugar a casa onde costumam ficar, quando é caso disso.
A piscina, em forma de meia lua, é linda e azul. Apetece, mesmo no inverno ficar nas espreguiçadeiras ao sol, a ouvir apenas os pássaros e o riacho, que é só o que há para ouvir. Além das conversas que correm, soltas e sem tempo para terminar. Suficientemente longe, confortavelmente perto. CC
Casas Caiadas
Moinho do Barroco, Sabugueiro, Arraiolos
Tel: 962616474
Facebook: facebook.com/casascaiadas
Preço: Três casas/oito pessoas a partir de 220 euros, com pequeno almoço incluído.
Fotografia de Jorge Simão

1. Casas Caiadas, Arraiolos
Fotografia de Jorge Simão

1. Casas Caiadas, Arraiolos
Fotografia de Jorge Simão

2. Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel
O Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel tem pouco mais de um ano e junta um património único – foram recuperados um solar, uma capela e uma torre medievais – a seis hectares de vinha e a uma frondosa mata com árvores seculares. A arquitetura, a cargo de Paulo Braga e Cristina Amaral, soube integrar tudo isto com uma ala nova e um moderno spa. O design de interiores coube a Nini Andrade e Silva. As cores de outono vão tornar mais impressionantes as oito gárgulas góticas que encimam a torre medieval onde fica e receção do hotel e duas suítes. Daqui há ligação ao solar, onde funcionam o restaurante, várias salas de estar, os pequenos-almoços e um salão de eventos. E numa nova ala, há 22 quartos, virados a sul, com vista para as vinhas, todos com terraço ou alpendre privativo.
No restaurante Gomariz, onde brilha a chef Isabel Freitas, a carta acaba de ser renovada e, entre outras novidades, estão o risotto de línguas de bacalhau, as bochechas de porco preto em redução de vinho tinto e o magret de pato com puré de pêra bêbada. Nos vinhos, destaque vai para os Torre de Gomariz, marca que nasce das vinhas plantadas na propriedade e cuja primeira vindima foi em 2014.
Os irmãos José Manuel e José Carlos Silva Couto são os responsáveis pela recuperação deste património riquíssimo, que estava na família há várias gerações mas encontrava-se «muito arruinado». «Era reabilitar ou deixar cair», explica José Manuel, e isso estava fora de questão. E agora, mais gerações passarão pela torre que, por estes dias, tem um programa especial de Halloween que, por 316 euros, inclui estadia de uma noite, jantar temático e pequeno-almoço. AIP
Avenida Sobral-Castelo, 76, Cervães, Vila Verde
Tel: 253929160
Web: torredegomariz.com
Preços: Quaetro duplo entre 140 e 400 euros (pequeno-almoço incluído); preço médio do restaurante: 35 euros (sem bebidas).
Fotografia de Pedro Granadeiro/GI

2. Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel
Fotografia de Pedro Granadeiro/GI

2. Torre de Gomariz Wine & Spa Hotel
Fotografia de Pedro Granadeiro/GI

3. Quinta da Pacheca Wine House Hotel, Vila Verde
Por esta altura do ano já não há uvas para apanhar. O tempo das vindimas já passou, mas uma vinha com folhas já douradas também tem muito encanto. Situada em Cambres (Lamego), com o rio a separá-la do Peso da Régua, a Quinta da Pacheca é uma das mais antigas do Douro. Já existia há pelo menos 18 anos quando o Marquês de Pombal começou a demarcar a região do Douro, em 1756. O marco pombalino que lembra esse momento histórico está em frente da casa que é se chama também agora Wine House Hotel.
Em dois anos consecutivos, a Quinta da Pacheca foi galardoada no concurso internacional Best of Wine Tourism, promovido anualmente pela «Rede de Capitais de Grandes Vinhedos – Great Wine Capitals». A primeira distinção foi na categoria de «Alojamento» e, o ano passado, na de «Experiências Inovadoras em Enoturismo».
Apesar de ser em setembro que o seu potencial turístico está em alta - os hóspedes podem participar nas vindimas e na pisa da uva -- no outono, a quinta tem outras particularidades. Se o frio já apertar, pode contar com a lareira acesa na confortável sala de estar. Duas coisas ficam esclarecidas logo à entrada: o ambiente é informal e quem recebe fará de tudo para que os hóspedes se sintam confortáveis.
Quinta da Pacheca Wine House Hotel
Rua do Relógio do Sol, 261, Cambres, Lamego
Tel.: 254331229
Web: quintadapacheca.com
Preços: quarto duplo a partir de 110 euros, com pequeno-almoço incluído
Fotografia de Jorge Amaral/GI

3. Quinta da Pacheca Wine House Hotel, Vila Verde
Fotografia de Jorge Amaral/GI

3. Quinta da Pacheca Wine House Hotel, Vila Verde
Fotografia de Jorge Amaral/GI

4. A House With Soul, Penafiel
Ordins é uma aldeia na freguesia de Lagares, Penafiel, que mantém um cariz rural e bucólico apesar de se encontrar a escassos quilómetros da cidade. Foi daqui que há muitas décadas atrás o pai de Lúcia partiu para o Brasil à procura de uma vida melhor. Mas a ligação à terra não se perdeu. Lúcia, nascida lá mas a viver em Portugal, não deixa ficar mal a tradição que a terra tem de bem receber. Com o seu marido, gere o turismo rural A House with Soul na aldeia do pai.
No início, quando construíram a habitação, de raiz, a intenção, explica, era somente ter «uma casa para passar férias e finais de semana». Mas a filha, que estudou gestão hoteleira, convenceu-os a desenvolver um projeto de turismo rural. Assim foi e Lúcia descobriu a sua vocação. «Faço questão de ser eu a receber os hóspedes», afirma. Este gosto percebe-se em pequenos apontamentos, seja na cesta de fruta, de pães e outros produtos que deixa na cozinha como presente de boas vindas, seja nas lembranças que oferece aos hóspedes, principalmente aos mais pequenos. Quando os hóspedes o desejam, Lúcia prepara um jantar típico português. Além disso, mostra aos turistas alguns locais incontornáveis da região. A House With Soul é indicada para grupos de amigos ou famílias: tem quatro quartos, uma cozinha grande e uma sala com todas as comodidades, ideal para uma escapadela de vários dias, em que pode apetecer só estar... numa casa com alma. LM
Caminho das Cavadas, 225, Ordins, Lagares (Penafiel)
Tel.: 918168589
Facebook: facebook.com/ahousewithsoul
Preço: desde 144 euros/noite, entre uma e quatro pessoas (estadia mínima de 4 noites até 30 de novembro)
Fotografia de Leonel de Castro/GI

4. A House With Soul, Penafiel
Fotografia de Leonel de Castro/GI

4. A House With Soul, Penafiel
Fotografia de Leonel de Castro/GI

5. Artvilla, Cadaval
O dia começa sorridente. Mesmo que não haja céus azuis nem um sol radiante – e no Oeste há que contar com essa possibilidade –, o pequeno-almoço é quanto baste para o dia começar bem na Artvilla. Culpa do pão, aquele pão guloso a que todo o citadino devia ter direito (outra das coisas que se pode tomar por garantidas nestas paragens), mas também das compotas e bolos caseiros que o acompanham.
Garantido o bom começo, começa-se a desenhar um dia que tanto pode ser de exploração como de preguiça, ambos com resultados muito acima do satisfatório: passeios na serra de Montejunto, visita ao fascinante interior de um moinho de vento (e «fascinante» não é adjetivo que se aplique de ânimo leve), vinhos misturados com turismo ativo na Quinta do Gradil. No terreno da preguiça, a Artvilla tem trunfos próprios, desde logo a sua configuração em pátio, como uma aldeia dentro da aldeia, com ganhos em matéria de sossego. Mas também um tanque de imersão com hidromassagem, refeições por marcação, uma convidativa lareira na sala de hóspedes – e uma outra, privativa, para quem escolher a casa Moinho. Esta é, sem grande admiração, a mais requisitada da Artvilla, mas há outros três apartamentos e cinco quartos, todos decorados com peças de viagens e esculturas de autor da proprietária, Maria do Céu, mas também elementos que ligam à origem rústica das casas que Catarina, filha, arquiteta, tratou de recuperar sem beliscar o espírito de aldeia. O que é, de si, um bom começo. JM
Largo Nossa Senhora da Conceição, 3, Vila Nova, Vilar (Cadaval)
Tel.: 262771135
Web: artvilla.pt
Quarto duplo a partir de 70 euros por noite
Fotografia DR

5. Artvilla, Cadaval
Fotografia DR

5. Artvilla, Cadaval
Fotografia DR

6. Casa do Vale, Baião
Quando há quase três décadas, Otília e Jorge Cardoso escolheram uma quinta de cinco hectares no lugar de Balde, em Baião, para umas «escapadinhas de fim de semana» longe do Porto, não pensaram que a Casa do Vale o se tornaria muito mais do que isso. A terra fértil, as deslumbrantes vistas para o Douro e a tranquilidade do local pediam mais. Otília começou a moldar o espaço e da terra saíram uvas para vinho verde e outros produtos locais, como a laranja de Pala. Apostaram então num produto mais rentável, os cogumelos shiitake (que vendem e com os quais fazem diversas compotas e chutneys, tudo comercializada sob a marca Casa do Vale) e abriram o espaço ao turismo rural. Quem hoje ficar alojado numa das duas casas da quinta tem acesso a todo o trabalho que lá se faz, podendo mesmo experimentar algumas tarefas que estejam a decorrer. A Casa do Vale tem bicicletas para quem se quiser aventurar em passeios pela quinta e à volta dela, ficando a conhecer melhor Baião, a terra que inspirou escritores como Alves Redol ou Eça de Queirós. Os espaços disponíveis para alojamento são a Casa Grande, com 5 quartos (duas suites e três standards para o número máximo de 10 pessoas) e a Casa da Bungavília (duas suites para quatro pessoas). LM
Rua de Balde, 669, Baião
Tel.: 915694336
Web:casadovale.com.pt
Preços: 120 euros (Casa Bungavília), 150 euros (Casa Grande), com pequeno-almoço.
Fotografia de Artur Machado/GI

6. Casa do Vale, Baião
Fotografia de Artur Machado/GI

6. Casa do Vale, Baião
Fotografia de Artur Machado/GI

7. Monte do Giestal, Santiago do Cacém
Para quem ainda não se mentalizou de que o verão chegou definitivamente ao fim, optar por um turismo rural com piscina climatizada é uma excelente forma de iludir o tempo. O Monte do Giestal, em pleno litoral alentejano, na freguesia de Abela (concelho de Santiago do Cacém), não só tem piscina interior, como um spa - com ginásio, sauna, banco turco, piscina climatizada, duche vichy e sala de massagens. Um oásis de 300 m2 integrado numa propriedade tipicamente alentejana com 71 hectares repleta de sobreiros. Não é por isso de estranhar que a cortiça esteja tão presente, das cadeiras à base das mesas de jantar, até aos candeeiros de teto criados pelos proprietários.
Mais do que um turismo rural trata-se de um mini resort (sem a carga negativa tantas vezes associada à expressão) composto por dez casas de campo. Habitações equipadas, independentes, com tipologiasT1 e T2 capacidade para alojar confortavelmente até seis pessoas. Há edifício comum com sala de refeições,bar, sala de jogos, sala de estar e uma esplanada exterior gigante, para os dias de sol de outono. Aceitam hóspedes de quatro patas. Cães ou gatos.JFO
BRIC 801 – Cova do Gato, Abela, Santiago do Cacém
Tel.: 269902068
Web: montedogiestal.com
T1 a partir de 70 euros por noite. Pequeno almoço incluído.
Fotografia DR

7. Monte do Giestal, Santiago do Cacém
Fotografia DR

7. Monte do Giestal, Santiago do Cacém
Fotografia DR

8. Aldeia da Mata Pequena, Mafra
O cenário poderia ter sido retirado de uma história de encantar. A Aldeia da Mata Pequena, em Mafra, a escassos trinta minutos de Lisboa, foi recuperada ao mínimo detalhe para preservar a aura de um não tão longínquo passado. A localização também ajuda já que o conjunto de casas situa-se na Zona de Proteção Especial do Penedo do Lexim, no meio de natureza quase intocada.
São 13 casas que podem ser alugadas individualmente ou, se o grupo for grande, aluga-se num todo. Aliás, a ideia é mesmo essa. O ambicioso projeto foi pensado por Ana e Diogo Batalha, há cerca de 14 anos, quando encontraram a localidade ao abandono. A reconstrução seguiu à risca o traço já existente, mantendo alguns dos materiais de origem como as telha de canudo, a tijoleira cozida em fornos de lenha ou a alvenaria de pedra. No exterior, há capoeiras, currais e pombais a proporcioniar a experiência rural completa.
Cada casa tem um nome a apelar ao campo: Casa da Cigarra, Casa da Palha, Casa do Jasmim, Casa do Feno ou Casa do Forno, Casa do Ti Eduardo, ou Casa do Lagar. Para grupos maiores, a Casa da Ti Aurora, Casa do Pedro, Casa do Vinho, Casa da Ti Jacinta, Casa do Poço ou Casa do Padeirão. Existe ainda uma tasca assumidamente tradicional para quem dispensar o fogão. E se ainda restavam dúvidas acerca da hospitalidade do lugar, basta acordar pela manhã e sentir o cheiro do pão quente acabado de fazer que é pendurado diariamente em cada porta. APC
Rua São Francisco de Assis, Igreja Nova, Mafra
Tel.: 219270908/ 935141909
Web: aldeiadamatapequena.com
Preço: Casas T1, T2 e T3 a partir de 60/90/120 euros por noite, com pequeno-almoço incluído
Fotografia DR

8. Aldeia da Mata Pequena, Mafra
Fotografia DR

8. Aldeia da Mata Pequena, Mafra
Fotografia DR

9. Traços d'Outrora, Vale de Cambra
Se o outono é uma época de transição, nada melhor do que passá-lo em locais como o Traços d'Outrora, na Aldeia do Trebilhadouro (concelho de Vale de Cambra). Uma aldeia com alma selvagem, em plena encosta da Serra da Freita, que esteve desabitada cerca de década e meia e tem agora uma nova vida, devido à transformação de quatro casas em turismo rural. Todas elas foram cuidadosamente recuperadas e equipadas, ainda assim há um que se destaca: Casa da Rosalina. Um nome português, à antiga, para uma casa tipicamente portuguesa, ideal para grandes famílias ou grupos de amigos.
Tem quatro quartos, cozinha e duas salas - uma em cada piso garantindo assim alguma privacidade – e alma rústica. Impera a pedra e a madeira. Algo que não foi imposto à força, pois sempre foram estas as características da aldeia. Para os dias de sol, que ainda há muitos no outono, existe um terraço e uma varanda com vista panorâmica que se estende até à Ria de Aveiro e ao Atlântico. Para os dias mais frios, além de aquecimento central, não falta a lareira.Mais português é difícil. JFO
Trebilhadouro, Rôge (Vale de Cambra)
Tel.: 918795674
Web: tracosdoutrora.com
T1 a partir de 60 euros por noite, com pequeno-almoço incluído.
Fotografia DR

9. Traços d'Outrora, Vale de Cambra
Fotografia DR

9. Traços d'Outrora, Vale de Cambra
Fotografia DR

10.Biovilla, Palmela
É um caminho curto desde Lisboa, mas o suficiente para encontrar outro mundo. Em pleno Parque Natural da Arrábida, instalada em 55 hectares entre a serra e o mar, a Biovilla é um projeto de turismo de natureza, agricultura sustentável e educação para a sustentabilidade, fundado em 2010. Foi apenas em 2014, porém, que a vertente do turismo ganhou forma, com a construção de uma casa concebida com materiais ecológicos, técnicas de arquitetura bioclimática e muita criatividade e amor pelo ambiente. No interior, onde muita da decoração foi feita recorrendo a materiais reciclados, o alojamento pode ser feito de duas formas: em quarto partilhado, para quem quiser desfrutar da experiência ao melhor preço (desde 19 euros por noite), ou reservando um dos quartos privados.
Em qualquer dos casos, a ideia é proporcionar aos visitantes uma experiência de “turismo holístico”, inspirando-os a descobrir a natureza em redor. Na prática, isso pode significar participar das tarefas na terra, meter mãos ao trabalho na horta, explorar um (ou mais) dos muitos trilhos que atravessam a Serra ou juntar-se a uma das atividades que decorrem regularmente no espaço, como palestras, workshops, sessões de yoga ou meditação.
De 18 a 20 de novembro, por exemplo, a Biovilla vai acolher um retiro de silêncio, definido como “uma viagem ao interior do ser”, com um custo de 110 euros por pessoa (alojamento e alimentação). Mas ali todas as datas são perfeitas para desfrutar da paisagem e dedicar-se à deliciosa arte de nada fazer. LP
Herdade do Pinhal Basto, Vale de Barris, Palmela
Tel.: 212351224
Web: biovilla.org
Preço: Quarto duplo desde 47,50 euros/noite com pequeno-almoço incluído.
Fotografia de Reinaldo Rodrigues/GI

10.Biovilla, Palmela
Fotografia de Reinaldo Rodrigues/GI

10.Biovilla, Palmela
Fotografia de Reinaldo Rodrigues/GI
Depois deste último fim-de-semana com ponte, estamos à porta de mais dois em dezembro. São apenas mais dois motivos para planear umas fugidas para o campo, ao encontro da preguiça ou do movimento, ou da saudável combinação de ambos. Seja como for, com ou sem empurrões do calendário, o outono é aquela estação serena de cores brandas onde também pode ser muito bom fazer umas férias curtas. Com lareira, com paisagem, boa comida e uns passeios revigorantes – os critérios que escolhemos para sugerir dez turismos rurais que combinam com a estação, de norte a sul do país.