Renaissance Porto Lapa Hotel, um refúgio urbano com vista panorâmica

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)
O Renaissance Porto Lapa Hotel, recente adição à hotelaria de luxo da cidade, quer ser o ponto de partida para a sua descoberta, abrindo-lhe também as portas para que entre. No terraço, junto à piscina infinita, há um bar panorâmico, com cocktails de partilha.

O primeiro hotel Renaissance em Portugal – pertencente ao portefólio Marriott – instalou-se na zona da Lapa, a olhar o Porto do alto. No quinto piso, a panorâmica alcança desde a Igreja da Lapa, a dois passos, até à Ponte da Arrábida, Casa da Música e, em dias de céu limpo, um vislumbre do mar. O hotel quer ser o ponto de partida para a descoberta da cidade, abrindo-lhe também as portas para que entre. Daí que o Rooftop Bar, na cobertura, junto à piscina infinita debruçada sobre o horizonte da cidade – os seus 17 metros de comprimento com água aquecida são um convite a mergulhos com vista durante todo o ano -, sirva tanto hóspedes como visitantes. Todos os dias, a partir das 17 horas, o terraço abre ao público com um menu de bebidas e snacks, como as amêijoas à Bulhão Pato, tacos e sashimi, tudo em versão de partilha, incluindo alguns cocktails, que são servidos em jarros para a mesa toda. Até ao final do verão, a experiência é enriquecida com noites de música, às sextas e sábados.

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)

 

Para uma oferta gastronómica mais robusta basta descer ao piso térreo, onde o bar e o restaurante do Renaissance confluem numa sala ampla com janelões que o enchem de luz natural e deixam olhar a cidade, mais uma vez. Aos cocktails de assinatura, que são autênticas “experiências multissensoriais” (diz Lúcia Sousa, responsável de marketing do hotel), junta-se um punhado de obras de arte que dão vida ao espaço: as instalações de Pedrita Studio e Isabel Mello, e uma peça feita de ferro ondulado e luzes néon do artista alemão Clemens Behr.

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)

 

O design de interiores é da Broadway Malyan, conjugando a elegância moderna e o minimalismo característicos da marca, com influências da envolvente. “O ADN do Renaissance é sempre disruptivo, mas alinhado com os elementos locais”, descreve Lúcia. “Eles foram buscar motivos inspiracionais aos elementos de art déco da Casa de Serralves, vemos muito isso refletido nos móveis dos quartos.” O esquema de cores rosa pastel, com apontamentos dourados e de azul petróleo – numa homenagem ao rio Douro – estende-se aos 163 quartos, dos quais quatro suítes, que integram móveis em madeira de nogueira, e mosaicos nas casas de banho, que são uma reinterpretação dos azulejos portugueses.

Renaissance Porto Lapa Hotel (Fotografia de Maria João Gala/GI)

 

Ainda que traga a cidade para dentro de si e ofereça um refúgio urbano de descanso e lazer, o Renaissance Porto Lapa Hotel convida também os seus hóspedes a descobrir o destino. “A nossa equipa de navigators, que é um conceito de concierge da marca, cria roteiros personalizados mediante os gostos e os interesses de quem nos visita”, explica Lúcia. O hotel conta ainda com seis salas de eventos, todas abertas para um terraço, que em breve terá vista para uma nova zona verde pública, a ser criada nas traseiras do edifício. “Com a construção do parque vamos ficar aqui com um oásis no centro da cidade”, remata a responsável.

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