Hotel Dolce CampoReal junta golfe, spa e brunch às portas de Lisboa

O hotel fica num vale rodeado de vinhas e campos agrícolas. (Fotografia: DR)
Situado em plena Paisagem Protegida das Serras do Socorro e da Archeira, em Turcifal, Torre Vedras, o resort Dolce CampoReal Lisboa by Wyndham tem no brunch de domingo um dos maiores trunfos, mas não o único. Pernoitando ou não, pode-se usufruir também do spa, restaurantes, bares e campo de golfe.

O vale alarga-se em colinas forradas com vinhedos e solos agrícolas, enquanto o edifício com telhado laranja e pintado com cor de mostarda se destaca numa posição privilegiada. “Consta que este era um dos locais onde o rei D. Carlos gostava de vir caçar, porque dava uma posição boa para ver os animais”, comenta Acácio Júnior, marshall responsável pelo acompanhamento dos golfistas e pela manutenção do campo desenhado por Donald Steel, com 18 buracos.

Eleito um dos 100 melhores campos na Europa, o campo estende-se por “oito quilómetros quadrados” e existe há cerca de 20 anos. “O que o diferencia é a altitude e a dificuldade acrescida de muitos buracos”, conta ainda o responsável, enquanto guia a equipa da Evasões num carrinho de golfe. A extensa área relvada é mantida com recurso a um sistema de rega sustentável, alimentado pela captação e armazenamento da água da chuva num grande lago.

(Fotografia: DR)

Quando regressam do golfe (o hotel dispõe de um clube e academia que permite fazer aulas em grupo ou privadas, e também praticar footgolf), os praticantes concentram-se no “19.º buraco”, a conforme o responsável de outlets Andriy Gladkyy gosta de chamar, em tom de brincadeira. É o Garden Terrace, cuja carta de petiscos e bebidas é semelhante à do bar do hotel. Bem perto existe também uma loja com produtos, serviços e vestuário essencial à prática desportiva.

Agora que decorre a chamada época alta do golfe, o Dolce CampoReal Lisboa by Wyndham atrai muitos grupos e jogadores de países como a Islândia e a Noruega e recebe-os com dias soalheiros. Soalheiro, sim, mas já não o suficiente para permitir mergulhos na enorme piscina exterior, o tempo outonal incentiva os hóspedes a escolher a piscina interior com 24 metros de comprimento, coadjuvada por banho turco, sauna e jacúzi.

Uma das seis salas de tratamento do Amai Spa (a palavra significa “dolce” em japonês) pode receber um casal, e em termos de tratamentos e massagens há um pouco de tudo, para cuidar do corpo e do rosto. Massagens para grávidas e para crianças estão também disponíveis e há inclusive uma fragrância de assinatura do spa à base de erva-príncipe, toranja, limão, menta, pinho-marítimo e bergamota. Os produtos utilizados nos tratamentos são da Arôms Natur.

Nos 151 quartos e suítes do cinco estrelas – que conta também com moradias e apartamentos fora do edifício principal, e que permitem usufruir de todos os serviços e instalações -, as vistas mantêm-se desafogadas sobre o vale e os sobreiros, carvalhos e oliveiras que o pontuam. Na sequência de a gestão da unidade ter passado para a alçada da DHM, alguns dos alojamentos foram renovados. Todos incluem garrafa de água diária, roupão, chinelos e varanda ou terraço.

(Fotografia: DR)

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Em renovação constante está também a oferta de comidas e bebidas, distribuída pelos vários outlets do hotel. No Bar Wellington (cujo nome homenageia o general inglês que orquestrou a defesa do território face às invasões francesas, no início do século XX), a intenção é apostar, em breve, em bebidas premium, cocktails de autor e numa nova carta de comida. O Manjapão serve pequeno-almoço (até às 11h ao fim de semana) e jantar (em buffet ou com sugestões do chef consoante a ocupação do hotel) e tem música ao vivo às sextas-feiras e sábados à noite.

O restaurante principal do Dolce CampoReal Lisboa by Wyndham chama-se Grande Escolha e, tal como todos os outros, está a cargo do chef executivo Hugo Santos. O menu, de “fine dining com inspiração internacional”, foi renovado a meio do verão e deverá dar lugar a pratos novos a partir de novembro. Sem revelar quase nada, o chef garante apenas que a ideia é explorar os produtos da região, como a abóbora, a pêra-rocha, a maçã e os cogumelos da serra de Sintra.

(Fotografia: DR)

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Segundo o responsável de outlets Andriy Gladkyy, o hotel quer reforçar o serviço cinco estrelas com um maior atenção ao cliente e personalização da experiência, em paralelo com o serviço de grupos e de banquetes que já está consolidado no mercado. Para isso relançou também o brunch de domingo, com acesso a kids club com atividades, estacionamento e spa, por 40 euros (metade para crianças dos 3 aos 12 anos), com bebidas incluídas, das 12h às 15h30. As crianças podem também brincar no Dolce Clube Aventura, um recinto com jogos e atividades do outro lado da rua.

 

 

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