À mesa chegavam cervejas artesanais, hidromel, vinho quente e tostas, mas a pandemia, que os obrigou a fechar, mostrou que havia margem de negócio para apostar noutro tipo de oferta. No verão, após a reabertura, lançaram pela primeira vez o Brunch do Fauno.
“Decidimos abrir no horário da manhã e não podia ser como bar, então fizemos o brunch com uma alternativa vegan, porque temos muitos clientes veganos”, conta Sofia. Quem escolhe essa opção tem direito a uma seleção de pães com doce, manteiga de amendoim e manteiga vegan. No prato, vêm também tomate e cogumelos salteados e pepino, e depois, um iogurte de soja com maçã e granola, sumo natural, biscoitos e um cappuccino.
Já a opção corrente traz ovos mexidos, uma seleção de pães com doce, queijo, manteiga, fiambre e creme de avelãs e cacau. A refeição é completada com um iogurte com maçã e granola, sumo natural, um bolo e cappuccino. “Ambas têm tido muita procura”, completa uma das responsáveis pela Casa do Fauno, que ao domingo, dia de brunch, passou a abrir às 10h30 e o serve até às 16h. Nos dias de inverno, saberá bem tomar o pequeno-almoço tardio na sala da lareira, que numa serra fria faz toda a diferença.
