O balcão verde marinho do nº35 da Rua do Alecrim, em Lisboa, vai sendo (re)conhecido pelas refeições tardias ao fim-de-semana. Por estes dias, o Peixola serve refeições até às duas da manhã, o que é (ainda) uma raridade na cidade. Mas parece que isso não basta. Agora a ideia é afirmar-se como restaurante de almoços de família aos sábados e domingos. Num lugares ao balcão ou numa das oito mesas disponíveis. Mas há mais mudanças, como os pratos novos que se juntam à carta da autoria do chef Vítor Hugo (ex-100 maneiras e Eleven).
A ideia, agora, é também explorar o que de melhor lhe vai chegando em matéria de peixe e criar pratos diferentes à medida da qualidade da oferta. Sem esquecer que estamos numa altura do ano com temperaturas que pedem pratos mais quentes com um “twist” Peixola, como refere o chef. O que se pode entender por: haverá surpresas todos os fins de semana. E nelas podemos encontrar o cherne corado com molho de fricassé e esmagada de batata com avelã e coentros, a açorda de bacalhau com gema de ovo ou ainda a raia corada com molho de caldeirada e puré de aipo com especiarias. Estes pratos pensados para as primeira semanas da nova carta podem manter-se no futuro ou não, ao sabor das vontades do chef.
Para quem preferir não arriscar, continuam na carta o bitoque de Atum ou os ceviches e as ostras. No final, em família ou sozinho, o quase obrigatório petit gateaux de caramelo com gelado de frutos silvestres, a sobremesa que pode tornar-se num clássico da casa num futuro próximo.
Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.
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