O frio de outono já pede casacos mais quentes, mas não é um problema para quem procura manter o contacto com o bonito cenário exterior do 31 d’Armada, no Largo da Armada, no coração de Alcântara. A esplanada, dividida em duas salas em vidro, é aquecida, tem mantas à disposição e garante o mesmo nível de serviço que no interior, decorado com murais de azulejos do século XVIII e apontamentos Art Déco.
A carta vigente resultou de um trabalho de equipa entre Ewa Kubik, com mais de 20 anos de experiência em restauração, e o chef Tiago Zucarelli, com pelo menos uma década dedicada à gastronomia. “São pratos singulares e algumas reinvenções com uma certa dose de ousadia e modernidade”, descreve Zucarelli. Uma refeição que pode bem começar com o sabor português do lingueirão de Setúbal à Bulhão Pato.

(Fotografia: DR)

(Fotografia: DR)
Ainda nas entradas, o tártaro de novilho passou a ser servido em maior quantidade (200g), ideal para dividir. Mas é nos principais que a nova carta brilha, provando-se o lombo de robalo à meunière com tomate cherry, courgette, batata e cenoura, e o arroz de marisco com mexilhão, lagosta e camarão (para duas pessoas). De carne, existe uma nova perna de pato confitada com purés de beterraba e batata-doce.
Ao ritmo de um serviço atencioso, o 31 d’Armada convida a terminar a refeição com uma sobremesa que recria o tradicional pastel de nata, recheando-o com creme de pistachio e crumble de canela. “Aqui, a experiência vai além dos sabores dos pratos e do bom atendimento. Tudo o que pensamos é feito com profissionalismo e amor. E isso gera boas experiências e longos relacionamentos”, reforça Tiago, com simpatia.
Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.
