Menus de degustação surpresa e vinhos de nicho no japonês Domo Domo

Domo Domo (Fotografia DR)
No Domo Domo, no Porto, os sabores da época provam-se em menus de degustação criados diariamente pelo chef Krystopher Peralta. Também há churrasco japonês e uma seleção de vinhos de nicho. Tudo num ambiente moderno e elegante.

Em 2015, José Beltrão, Gil Fonseca e o chef Krystopher Peralta abriam um pequeno restaurante japonês no centro do Porto, o Domo. “Não sabíamos muito bem ao que íamos, mas correu melhor do que estávamos à espera”, confessa Gil. De tal forma que acabaram por sentir a necessidade de mudar o restaurante para um espaço maior. Em fevereiro deste ano surgiu essa oportunidade, e os três sócios abriram o Domo Domo, quase em frente à morada original, trocando a pequena tasca de paredes em pedra e detalhes em madeira por uma sala mais ampla e com um visual mais moderno, com muita luz, formas geométricas, neónes e espelhos.

Domo Domo (Fotografia DR)

 

“Passamos o conceito de um sítio para o outro e o restaurante mais pequeno passou a ser mais voltado para a street food japonesa, com bento box, que são sempre uma surpresa, além de ramen e noodles”, explica Gil Fonseca.

Para o Domo Domo levaram uma cozinha mais tradicional, com foco no sushi clássico (o nigiri e o sashimi são as peças privilegiadas) e nos pratos quentes, em particular os que são cozinhados a carvão na robata, uma espécie de churrasco japonês, de onde saem petiscos como a cabeça de peixe e os yakitori (espetadas de frango).

Domo Domo (Fotografia DR)

Domo Domo (Fotografia DR)

Domo Domo (Fotografia DR)

 

Quem não gosta de escolher e prefere ser surpreendido, o melhor é deixar-se ficar nas mãos do chef Krystopher Peralta, com um dos menus de degustação (de seis ou dez momentos) preparados com os produtos por ele selecionados no dia. “É uma viagem de sabores ao Japão”, salienta Gil, “e todos os dias é diferente. Aliás, mesmo ao almoço e ao jantar do mesmo dia a probabilidade de termos dois menus de degustação diferentes é muito grande”. Para uma experiência ainda mais especial, sugerem-se os quatro lugares ao balcão do Domo Domo, que deixam ver todo o processo de preparação.

A sazonalidade e a proximidade ditam a escolha da matéria-prima, que por esta altura inclui peixes bem familiares do palato português, como a sardinha e o carapau. “Tudo o que a nossa costa nos dá nós usamos”, informa Gil. Do ouriço-do-mar às amêijoas, que entram num saboroso caldo de miso. As vieiras chegam do mar da Galiza, e as ostras vêm da Ria Formosa ou da Ria de Aveiro.

Domo Domo (Fotografia DR)

Domo Domo (Fotografia DR)

 

Para casar com tudo isto, a equipa criou uma garrafeira ao mesmo nível, especializada em vinhos nacionais e internacionais de nicho, com pouca intervenção e de pequenos produtores, que Gil Fonseca faz questão de conhecer in situ. O plano é ter referências que se adaptem a cada menu de degustação, de forma a enaltecer ainda mais a experiência gastronómica.

Domo Domo (Fotografia DR)

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