Há mais mundo para descobrir na nova carta do Rua

Há mais mundo para descobrir na nova carta do Rua
Os sabores da street food mundial reúnem-se no Príncipe Real, Lisboa, com um piscar de olho ao mar entre as novidades. A carta de Manuel André Fernandes mantém-se curta mas certeira, sem distrações.

A versatilidade de texturas, sabores e ingredientes que a comida de rua mundial permite mantém-se como a cabeça-de-cartaz da cozinha de Manuel André Fernandes. Mas entre os pratos novos do Rua faz-se uma homenagem ao mar com o protagonismo dado à cavala e ao choco.

Mesmo a tempo de receber os dias mais longos e soalheiros, esta casa cosmopolita do Príncipe Real renovou a sua carta, mas deixou-a relativamente curta e direta ao assunto. Certeira, sem distrações. Um dos destaques é a cavala, que vem panada com panko, uma espécie de pão ralado japonês. Mas nem só a Oriente se inspira esta colorida proposta: acompanha com puré de milho doce e escabeche de ananás e mirtilo, influência mexicana.

Cavala com panko, puré de milho doce e escabeche de ananás e mirtilo. (Fotografias: Luís Sustelo)

A versão de Manuel André Fernandes do choco frito, com compota de malagueta, ovo cozido a baixa temperatura e trufa. (Fotografias: Luís Sustelo)

Já com a sua interpretação de um choco frito, onde se pisca o olho à portugalidade, o vencedor do «Masterchef Portugal» une-o a um ovo cozido a baixa temperatura, compota de malagueta e trufa de verão. O Massaman é outra das novidades e inspira-se no clássico caril tailandês com o mesmo nome. Inclui uma perna de borrego cozinhada a baixa temperatura durante oito horas, que se desfaz a cada garfada, além de batata-doce e amendoins.

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O jogo das texturas brinca-se também numa das novas entradas, que poderia servir também como sobremesa. Trata-se do Labneh, uma carta de amor ao Médio Oriente que se escreve ora crocante, ora suave. Junta iogurte grego caseiro, pêra bebeda, pão frito, avelas e za’atar, uma mistura de especiarias.

Antes da despedida, importa provar ainda a nova sobremesa, um praliné que une cacau, baunilha, crocante de caramelo e laranja. A sede satisfaz-se com um dos vistosos cocktails de autor. Importa provar o Yuzu Me para uma bebida mais fresca, com vodka, yuzu e pimenta nepalesa; ou um Jungle Fever para algo mais intenso, com rum, maracujá, ananás e licor de cerejas. Ou ambos, porque não?

Jarrete de borrego a baixa temperatura com caril massaman caseiro e amendoins.

Outra das novidades: labneh com pêra bêbeda, avelãs e za’ atar.

 

Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.

 

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