A esplanada do Praça não oferece panorâmicas de perder o fôlego, mas é castiça e surge numa das zonas da cidade onde elas escasseiam – a Boavista. Apesar de não ser muito grande, cabe nela o mundo inteiro, basta reparar nos dois “santuários” recheados com oferendas vindas do Brasil, do Tibete, da Tailândia, do México e da Índia que refletem, de resto, a inspiração para o Praça: as viagens. Foram os passeios pelo mundo dos quatro sócios – Zeca Maia, Pedro Trindade, Mário Carvalho e João Pimentel – que fizeram nascer este espaço, em 2008, na Praça Filipa de Lencastre, que viria a fechar em 2015.
- (Fotografia: Artur Machado/Global Imagens)
- (Fotografia: Artur Machado/Global Imagens)
Há um ano, o Praça reabriu na Boavista, com o mesmo espírito cosmopolita cravado numa carta, de onde se destaca o tataki de picanha brasileira, o croquete de camarão e banana, as lulas satay, a salada tailandesa de manga, o fried rice (servido em quatro versões) e a tarte de chocolate preto e caramelo salgado. Os mojitos, com rum envelhecido, são a imagem de marca da casa, mas encontram-se também sangrias e diversos cocktails.
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