Há muito que os irmãos Diogo e Manuel Pinto pensavam em abrir um restaurante mexicano, para reforçar a oferta dessa cozinha na cidade, até então reduzida a uma única morada. Quando encontraram o espaço ideal, mesmo em frente ao Palatu, a casa de comida tradicional que a família detém há quase 20 anos numa das principais artérias do centro da cidade, a rua Dom Afonso Henriques, ainda ponderaram abrir antes uma cervejaria, por lhes faltar um cozinheiro especializado, mas a lacuna acabou por se preencher, e assim nasceu o El Güero.

El Güero (Fotografia de Gonçalo Delgado/GI)

El Güero (Fotografia de Gonçalo Delgado/GI)
No interior, as paredes pintam-se de azulão e amarelo, e logo à entrada somos convidados a brindar à cultura mexicana com uma margarita, ou outro cocktail clássico, antes de sentar à mesa. Nessa altura, a escolha recai sobre o mezanino com mesas compridas e bancos corridos – “A nossa ideia era sentar pessoas que não se conhecem todas juntas, mas também é bom para grupos”, diz Diogo – , com candeeiros feitos de sombreros pendurados sobre as mesas. Ou descendo as escadas, uma sala de disposição mais intimista, com mesas para dois, uma salamandra para aquecer o ambiente no inverno e mais chapéus coloridos por todo o lado.

El Güero (Fotografia de Gonçalo Delgado/GI)

El Güero (Fotografia de Gonçalo Delgado/GI)
Na carta cabem os habituais exemplares da cozinha mexicana, confeccionados a preceito. São eles os nachos cobertos por guacamole e pico de gallo, na versão vegetariana, e servidos com chilli de carne de porco, frijoles (pasta de feijão preto) e jalapenos, em alternativa; as quesadillas e os tacos, sejam eles de porco com molho barbecue, de frango com molho de mostarda, vegetarianos com abacate e pimentos, ou de camarão salteado.
- El Güero (Fotografia de Gonçalo Delgado/GI)
Sobressaem ainda as enchiladas, as fajitas, os burritos e as costelas de porco assadas lentamente no forno e servidas com molho barbecue. “Nem é preciso faca, a carne desfaz-se”, assegura Diogo. Vêm acompanhadas de batatas bravas, mas também se servem totopos ou arroz salteado com especiarias como guarnição. E quem guardar espaço para a sobremesa tem três opções de peso: o bolo três leites, o brownie de chocolate ou os churros com doce de leite. Resta salientar as Coronitas, na lista de bebidas – também servidas em baldes de seis garrafas para uma mesa de convívio -, que concorrem em popularidade com a sangria de maracujá, para casar com os pratos coloridos e saborosos que chegam à mesa.
Algo está a fazer com que o sistema não consiga mostrar a ficha ténica desejada. Pedimos desculpa pelo incómodo.
