Bom Retiro, Paredes de Coura
Os menus de almoço acessíveis e variados são o principal atrativo deste Bom Retiro, que junta trabalhadores da freguesia de Rubiães (Paredes de Coura) e peregrinos em jornada espiritual. Leia mais aqui.

(Fotografia de André Rolo/GI)
Astúrias, Viana do Castelo
Glória Rio Tinto, uma “senhora sem idade”, cozinha receitas de panela há mais de meio século. Os três filhos são anfitriões na sala e esplanada do Astúrias, em Viana do Castelo. Leia mais aqui.

(Fotografia de Rui Manuel Fonseca/GI)
Neca Guimarães, Guimarães
Quem tem ou teve uma avó com dotes de cozinheira vai lembrar-se dela quando comer no Neca Magalhães: a comida tem sabores e cheiros de antigamente. Aqui não se inventa nada, fazem-se os pratos regionais de sempre com esmero. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)
Green Bistrot, Guimarães
Uma cozinha de base vegetal, que usa a alimentação terapêutica como máxima condutora para uma ementa cheia de sabor, feita com os produtos frescos do dia. Eis o Green Bistrot. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)
Flower Eat, Guimarães
A pouco mais de dez minutos do centro da cidade, há um espaço onde se pode comer, mas que é bem mais que um restaurante. O Flower Eat também é bom porto para se beber um cocktail original, deliciar-se com panquecas vulcão ou fazer um brunch fora de horas. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)
Porto Seguro, Fafe
Ao cabo de 50 anos a trabalhar no setor, o negócio da restauração não tem segredos para António Ribeiro. Para uma boa vitela à moda de Fafe, a arte está na confeção, mas também na seleção da carne. Por isso, antes de comprar não dispensa ver os animais vivos. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)
Aqui às 5, Braga
Duas colegas de trabalho decidiram largar o emprego numa cadeia de comida rápida para se lançarem num projeto saudável – o Aqui às 5. A casa de chá rapidamente cresceu e, hoje, o almoço é a hora mais concorrida. Leia mais aqui.

(Fotografia: Pedro Correia/GI)
Zeca Pinto, Vizela
No restaurante Zeca Pinto os pratos confecionados com o fiel amigo têm tanta tradição que a casa também é conhecida como Rei do Bacalhau. A relação é assumida, de tal forma que, no logótipo, figura um rabo de bacalhau. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)
Nova Real, Vila Real
Neste restaurante de Vila Real, que foi ter às mãos de Eduardo e Susana Costa quase por brincadeira, vai fazer 20 anos, entra toda a gente e ninguém sai sem comer. Há grelhados, sabores tradicionais e clientes dispostos a ajudar. Leia mais aqui.

(Fotografia de Igor Martins/GI)
Porto Antigo, Vila Nova de Gaia
Antes de ser um restaurante, o espaço foi mercearia e até boate, mas já lá vai um ano e três meses em que as quatro paredes do Porto Antigo Comida Caseira acolhem aqueles que querem encher a barriga. Leia mais aqui.

(Fotografia de André Rolo/GI)
Flor de Mar, Vila Nova de Gaia
Peixes e mariscos são a especialidade do Flor de Mar, um restaurante familiar em Santo Ovídio que quer levar o sabores marítimos até ao centro da cidade, havendo também espaço para carnes e francesinhas. Leia mais aqui.

(Fotografia de Leonel de Castro/GI)
Nun’Álvares, Porto
Numa zona da Invicta onde abundam conceitos modernos de restauração, o restaurante Nun’Álvares mantém-se fiel ao receituário tradicional há quase 30 anos. Leia mais aqui.

(Fotografia de Leonel de Castro/GI)
Casa Isa, Porto
Na Casa Isa, localizada na avenida da Boavista, diz-se, por graça, que o nome é sigla para “Instituto Superior de Alimentação”. São já 50 anos de escola rente aos sabores portugueses mais clássicos – dos bolinhos de bacalhau às tripas, passando pelos filetes de pescada. Leia mais aqui.

(Fotografia de Pedro Correia/GI)
Bicho Papão, Porto
Os sabores tradicionais têm lugar cativo no Bicho Papão, no Porto, mas há espaço para algumas atualizações. O menu do dia é exemplo disso: a pedido dos clientes, acrescentou-se aos pratos de carne e peixe uma terceira opção, vegetariana. Leia mais aqui.

(Fotografia de Pedro Granadeiro/GI)
Café D. Gina, Porto
Com a reabertura do Café D. Gina, mais um capítulo se escreve na história do Mercado do Bolhão e de um dos seus mais queridos restaurantes. Com novidades e os pratos de sempre, o espaço regressa ao terceiro andar do edifício. Leia mais aqui.

(Fotografia de André Rolo/GI)
Morabeza Boavista, Porto
Carla Pinto abriu o Morabeza Boavista para levar “ao Norte a cozinha africana”, com pratos de família que recria ao seu jeito. Nos dias úteis vigora um menu de almoço, com propostas diferentes e caseiras. Leia mais aqui.

(Fotografia de Pedro Correia/GI)
Casa do Costa, Vila do Conde
Na Casa do Costa, a cozinha é de Alexandre Silva, que já trabalhou com Quique Dacosta e José Avillez. A garrafeira tem cerca de 200 vinhos. Leia mais aqui.

(Fotografia de Artur Machado/GI)
O Boinas, São João da Madeira
Um jovem casal assumiu o leme do restaurante do Museu da Chapelaria com uma cozinha enraizada na memória, mas com uma abordagem contemporânea e criativa, que valoriza os sabores de aconchego. Leia mais aqui.

(Fotografia de Artur Machado/GI)
