Comer em conta: restaurantes baratos que visitámos no Norte em 2023

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)
Ao longo de 2023, visitámos vários espaços onde se consegue comer até 10 euros, ou 15 euros. Estes são 17 desses exemplos, em locais como Porto, Gaia, Braga, Guimarães, Vila Real ou Viana do Castelo.

Bom Retiro, Paredes de Coura

Os menus de almoço acessíveis e variados são o principal atrativo deste Bom Retiro, que junta trabalhadores da freguesia de Rubiães (Paredes de Coura) e peregrinos em jornada espiritual. Leia mais aqui.

(Fotografia de André Rolo/GI)


Astúrias, Viana do Castelo

Glória Rio Tinto, uma “senhora sem idade”, cozinha receitas de panela há mais de meio século. Os três filhos são anfitriões na sala e esplanada do Astúrias, em Viana do Castelo. Leia mais aqui.

(Fotografia de Rui Manuel Fonseca/GI)


Neca Guimarães, Guimarães

Quem tem ou teve uma avó com dotes de cozinheira vai lembrar-se dela quando comer no Neca Magalhães: a comida tem sabores e cheiros de antigamente. Aqui não se inventa nada, fazem-se os pratos regionais de sempre com esmero. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Green Bistrot, Guimarães

Uma cozinha de base vegetal, que usa a alimentação terapêutica como máxima condutora para uma ementa cheia de sabor, feita com os produtos frescos do dia. Eis o Green Bistrot. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Flower Eat, Guimarães

A pouco mais de dez minutos do centro da cidade, há um espaço onde se pode comer, mas que é bem mais que um restaurante. O Flower Eat também é bom porto para se beber um cocktail original, deliciar-se com panquecas vulcão ou fazer um brunch fora de horas. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Porto Seguro, Fafe

Ao cabo de 50 anos a trabalhar no setor, o negócio da restauração não tem segredos para António Ribeiro. Para uma boa vitela à moda de Fafe, a arte está na confeção, mas também na seleção da carne. Por isso, antes de comprar não dispensa ver os animais vivos. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Aqui às 5, Braga

Duas colegas de trabalho decidiram largar o emprego numa cadeia de comida rápida para se lançarem num projeto saudável – o Aqui às 5. A casa de chá rapidamente cresceu e, hoje, o almoço é a hora mais concorrida. Leia mais aqui.

(Fotografia: Pedro Correia/GI)


Zeca Pinto, Vizela

No restaurante Zeca Pinto os pratos confecionados com o fiel amigo têm tanta tradição que a casa também é conhecida como Rei do Bacalhau. A relação é assumida, de tal forma que, no logótipo, figura um rabo de bacalhau. Leia mais aqui.

(Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Nova Real, Vila Real

Neste restaurante de Vila Real, que foi ter às mãos de Eduardo e Susana Costa quase por brincadeira, vai fazer 20 anos, entra toda a gente e ninguém sai sem comer. Há grelhados, sabores tradicionais e clientes dispostos a ajudar. Leia mais aqui.

(Fotografia de Igor Martins/GI)


Porto Antigo, Vila Nova de Gaia

Antes de ser um restaurante, o espaço foi mercearia e até boate, mas já lá vai um ano e três meses em que as quatro paredes do Porto Antigo Comida Caseira acolhem aqueles que querem encher a barriga. Leia mais aqui.

(Fotografia de André Rolo/GI)


Flor de Mar, Vila Nova de Gaia

Peixes e mariscos são a especialidade do Flor de Mar, um restaurante familiar em Santo Ovídio que quer levar o sabores marítimos até ao centro da cidade, havendo também espaço para carnes e francesinhas. Leia mais aqui.

(Fotografia de Leonel de Castro/GI)


Nun’Álvares, Porto

Numa zona da Invicta onde abundam conceitos modernos de restauração, o restaurante Nun’Álvares mantém-se fiel ao receituário tradicional há quase 30 anos. Leia mais aqui.

(Fotografia de Leonel de Castro/GI)


Casa Isa, Porto

Na Casa Isa, localizada na avenida da Boavista, diz-se, por graça, que o nome é sigla para “Instituto Superior de Alimentação”. São já 50 anos de escola rente aos sabores portugueses mais clássicos – dos bolinhos de bacalhau às tripas, passando pelos filetes de pescada. Leia mais aqui.

(Fotografia de Pedro Correia/GI)


Bicho Papão, Porto

Os sabores tradicionais têm lugar cativo no Bicho Papão, no Porto, mas há espaço para algumas atualizações. O menu do dia é exemplo disso: a pedido dos clientes, acrescentou-se aos pratos de carne e peixe uma terceira opção, vegetariana. Leia mais aqui.

(Fotografia de Pedro Granadeiro/GI)


Café D. Gina, Porto

Com a reabertura do Café D. Gina, mais um capítulo se escreve na história do Mercado do Bolhão e de um dos seus mais queridos restaurantes. Com novidades e os pratos de sempre, o espaço regressa ao terceiro andar do edifício. Leia mais aqui.

(Fotografia de André Rolo/GI)


Morabeza Boavista, Porto

Carla Pinto abriu o Morabeza Boavista para levar “ao Norte a cozinha africana”, com pratos de família que recria ao seu jeito. Nos dias úteis vigora um menu de almoço, com propostas diferentes e caseiras. Leia mais aqui.

(Fotografia de Pedro Correia/GI)


Casa do Costa, Vila do Conde

Na Casa do Costa, a cozinha é de Alexandre Silva, que já trabalhou com Quique Dacosta e José Avillez. A garrafeira tem cerca de 200 vinhos. Leia mais aqui.

(Fotografia de Artur Machado/GI)


O Boinas, São João da Madeira

Um jovem casal assumiu o leme do restaurante do Museu da Chapelaria com uma cozinha enraizada na memória, mas com uma abordagem contemporânea e criativa, que valoriza os sabores de aconchego. Leia mais aqui.

(Fotografia de Artur Machado/GI)



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