Comer em conta: os restaurantes acessíveis que visitámos a Norte em 2022

Lupin, Porto. (Fotografia de Igor Martins/GI)
De Braga a Guimarães, Porto, Gaia, Famalicão, Póvoa de Varzim ou Vila Real, estes foram os cerca de 30 restaurantes que visitamos para a rubrica semanal Comer em Conta, focada nas casas onde se servem doses generosas a preço de amigo, até 10 euros ou até 15 euros.

Don Genaro, Monção

Comida italiana cozinhada num forno de lenha topo de gama, e ambiente alegre e acolhedor, a preços acessíveis, é a receita da pizaria Don Genaro na zona comercial da vila raiana. Leia mais aqui.

Don Genaro. (Fotografia de Rui Manuel Fonseca/GI)


Ruivo’s Vila, Vila Praia de Âncora

Ruivo’s Vila, espaço junto à praia no centro de Vila Praia de Âncora, possui uma esplanada ampla no Parque Dr. Ramos Pereira. Serve refeições ligeiras, petiscos, bebidas e gelados. Leia mais aqui.

Ruivo’s Vila. (Fotografia de Rui Manuel Fonseca/Gl)


Noz Moscada, Guimarães

À face da Estrada Nacional 105, em Polvoreira, Guimarães, há um local de paragem para um almoço completo, da sopa ao café, ou um lanche de panquecas. Com fabrico próprio, no Noz Moscada o foco está na alimentação saudável e têm opções vegan. Leia mais aqui.

Noz Moscada. (Fotografia de Miguel Pereira/GI)


O Amor Vive na Cozinha, Braga

Em Braga, o restaurante O Amor Vive na Cozinha surgiu da vontade de três amigos conviverem entre pratos saudáveis – e a falta de opções sentida para tal. Apesar de olhar à saúde, a ementa não descura o sabor. E o protagonista até é uma sobremesa. Leia mais aqui.

O Amor Vive na Cozinha.(Fotografia de Paulo Jorge Magalhães/GI)


Méze, Braga

Nascido em plena pandemia, o espaço localizado no coração da cidade começou pelo take-away. O Méze quer agora chamar clientes para momentos de partilha. Quer seja com saladas, panquecas ou um cocktail. Leia mais aqui.

Méze. (Fotografia de Paulo Jorge Magalhães/GI)


Semente, Braga

O Semente – art, coffee & plant based food, em Braga, abriu com o propósito de alargar a oferta de almoço de um primeiro espaço já existente na cidade. Mãe e filha estão à frente do projeto. Leia mais aqui.

Semente. (Fotografia de Paulo Jorge Magalhães/GI)


RetroKitchen, Braga

Uma casa com memórias da avó e cultura pop. Queriam emigrar, mas uma passagem pela Rua do Anjo apresentou um armazém à venda e mudou os planos. Rui Pereira e Tânia Gomes criaram uma segunda casa cheia de referências que os apaixonam: as retro. Leia mais aqui.

RetroKitchen. (Fotografia de Gonçalo Delgado/GI)


O Pescador Padeiro, Vila do Conde

Chama-se O Pescador Padeiro esta casa familiar, com o ambiente típico da maior comunidade piscatória do país, em Vila do Conde. O pescado vem diretamente dos barcos da terra, o que faz com que na carta só conste o que o mar deu. Leia mais aqui.

O Padeiro Pescador. (Fotografia de André Rolo/GI)


O Firmino, Póvoa de Varzim

Produtos da terra e comida caseira numa casa familiar. O Firmino tem 47 anos e a ementa pouco mudou. As filhas que ali nasceram, hoje já mães, ajudam, agora, os pais a tocar o negócio. Os clientes são quase todos “da casa”. Leia mais aqui.

O Firmino. (Fotografia de Igor Martins/GI)


Churrascaria Ibérica, Póvoa de Varzim

A Churrascaria Ibérica tem quase 40 anos e mantém-se fiel à gastronomia típica. Peixe dos barcos da terra, receitas seculares e carnes cuidadosamente escolhidas compõe a ementa do restaurante na Póvoa de Varzim. Leia mais aqui.

Churrascaria Ibérica. (Fotografia de Artur Machado/GI)


Na Boca, Vila Nova de Famalicão

O interesse pela nutrição levou Joana a descobrir o gosto pela cozinha. No restaurante Na Boca, em Vila Nova de Famalicão, serve almoços equilibrados, com sabor caseiro e apurado, e sempre de base vegetal. O caril de grão-de-bico e legumes, servido com arroz basmati, é um dos pratos mais procurados. Leia mais aqui.

Na Boca. (Fotografia de Artur Machado/GI)


Tasquinha da Ilha, Vila Nova de Famalicão

Na Tasquinha da Ilha, em Joane (Vila Nova de Famalicão), há sempre algo para petiscar e um arroz malandrinho de tomate a sair. Ao sábado, é dia de reunir os amigos à mesa, posta com bolo de carne e caldo verde, cubas ou uma garrafa de vinho, da surpreendente garrafeira da casa. Leia mais aqui.

Tasquinha da Ilha. (Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Praça, Vila Nova de Famalicão

Um menu de almoço a bom preço é apenas um dos muitos chamarizes do Praça, restaurante-bar instalado num espaço verde numa zona residencial. A esplanada aberta para o jardim convida a tomar um gin ao final do dia. Leia mais aqui.

Praça. (Fotografia de Miguel Pereira/GI)


Loja do Covilhete, Vila Real

A Loja do Covilhete abriu como pastelaria, para comercializar este salgado típico de Vila Real, mas rapidamente evoluiu para restaurante, para permitir degustá-lo de várias formas. Leia mais aqui.

Loja do Covilhete. (Fotografia de Eduardo Pinto)


Adega Típica A Viela, Porto

À mesa da Adega Típica A Viela, em Campanhã, tanto se sentam políticos como artistas, operários ou sem-abrigo. Ao almoço pode haver tripas, rojões, cabidela. Já as tardes de sexta são reservadas para petiscos e fado vadio. Leia mais aqui.

A Viela. (Fotografia de Leonel de Castro/GI)


Lupin Snack-Bar, Porto

O antigo restaurante Lupin abriu como snack-bar, no Centro Comercial de Cedofeita, no Porto, com saborosos pratos vegan, inspirados do receituário português. Uma tasca tradicional onde vegetarianos encontram menus a preços acessíveis. Leia mais aqui.

Lupin Snack-Bar. (Fotografia de Igor Martins/GI)


Goela, Porto

Na Avenida da Boavista há um restaurante, ligeiramente escondido, onde se servem pratos do dia inspirados em receitas do Japão, da Coreia e dos EUA, entre outras latitudes. O Goela, do chef João Ribeiro, é um convite a viajar no prato, ao almoço. E, em breve, também ao jantar. Leia mais aqui.

Goela. (Fotografia de Leonel de Castro/GI)


Casa de Presuntos “O Xico”, Porto

Está quase a fazer 30 anos que a Casa de Presuntos “O Xico”, conhecida como Chico dos Presuntos, alimenta, com as suas generosas sandes, os muitos clientes que por lá passam. Ao almoço, há sempre um prato do dia tradicional. Leia mais aqui.

Casa dos Presuntos – O Xico. (Fotografia de André Rolo/GI)


Trigo de Cantos, Porto

Devido à sua forma peculiar com quatro lados, trigo de cantos é um dos nomes que se dá ao pão de Padronelo, da região de Amarante. Agora, Trigo de Cantos é também restaurante e o nome do vinho que lá se serve. Leia mais aqui.

Trigo de Cantos. (Fotografia de Pedro Correia/GI)


Café Rivoli, Porto

Pratos do receituário tradicional convivem com propostas de comida do mundo no menu de almoço, disponível de terça a sexta-feira, do Café Rivoli. Os sábados e os domingos estão reservados para o brunch. Leia mais aqui.

Café Rivoli. (Fotografia de Igor Martins/GI)


Mundo de Luísa, Porto

O restaurante Mundo de Luísa, nos Armazéns Marques Soares, na zona dos Clérigos, serve almoços acessíveis, despretensiosos e cheios de sabor, integrados num menu que inclui ainda sopa e uma bebida. Aos sábados, pode contar com um brunch generoso. Leia mais aqui.

Mundo de Luísa. (Fotografia de Igor Martins/GI)


O Macrobiótico, Porto

Ensinar quem por aqui passa a tirar maior partido dos alimentos é o desejo de Joana Simões, que voltou ao sítio onde cresceu para abrir um restaurante onde nada do que se come ali está por acaso. Leia mais aqui.

O Macrobiótico. (Fotografias de Igor Martins/GI)


Porto dos Gatos, Porto

O Porto dos Gatos, no Bonfim, aposta em doces e pratos sem ingredientes de origem animal, muitos dos quais lembram sabores tradicionais portugueses. Francesinhas, tofu espiritual e arroz sem pato (com cogumelos) são algumas propostas deste cat café e restaurante, que vem atualizando espaço e ementa. Leia mais aqui.

Porto dos Gatos. (Fotografia de Leonel de Castro/GI)


Sunflower, Porto

“Sejamos como os girassóis”, convida a Sunflower, uma mercearia familiar, na Avenida do Bessa, que também é cafetaria e serve refeições. Aos pratos quentes juntam-se tostas, bolos, dióspiros, flores, jogos de tabuleiro e muita alegria. Leia mais aqui.

Sunflower. (Fotografia de Igor Martins/GI)


Pátio Bonjardim, Porto

O Pátio Bonjardim, no Porto, esconde-se numa loja de ferragens. No fundo da vetusta Bernardino Francisco Guimarães abre-se uma airosa cafetaria com logradouro onde se servem pratos ligeiros ao almoço, lanches e pequenos-almoços. Leia mais aqui.

Pátio Bonjardim. (Fotografia de Ivan Del Val/GI)


Barra Este, Maia

Evgeny Alinichenko trabalhou dez anos com sushi até decidir lançar-se a solo com o restaurante Barra Este. Ali, prepara pratos quentes e frios, sempre com o receituário nipónico como base, e serve menus de almoço desde os 11 euros. Leia mais aqui.

Barra Este. (Fotografia: André Rolo/GI)


Casa da Tété, Vila Nova de Gaia

Ingredientes frescos, e de produtores locais, dão origem a pratos nutricionalmente ricos e saborosos, que variam todos os dias, na Casa da Tété, em Santa Marinha, Vila Nova de Gaia. Leia mais aqui.

Casa da Tété. (Fotografia de Artur Machado/GI)


Taberna da Villa, Vila Nova de Gaia

Os cozinhados saborosos que a avó Berta fazia na sua casa em pedra, com morada em Canelas, foram a inspiração para a Taberna da Villa, um projeto dos netos Alexandre e Carla Barros, que acaba de celebrar dez anos. Leia mais aqui.

Taberna da Villa. (Fotografia de Pedro Granadeiro/GI)


Restaurante Quinta do Fojo, Vila Nova de Gaia

Um menu executivo a preço simpático, uma envolvente verde e um sossego difícil de encontrar no centro urbano da cidade são alguns dos motivos que fazem esgotar os almoços no Restaurante Quinta do Fojo, numa quinta centenária. Leia mais aqui.

Restaurante Quinta do Fojo (Fotografia de Artur Machado/GI)



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