As pizas napolitanas da Souldough chegaram ao centro de Cascais

Souldough. (Fotografia: DR)
Depois de se dar a conhecer em Colares e na Ericeira, a Souldough fixa arraiais na guesthouse Legasea, levando as suas pizas vegetarianas e veganas, leves e de rebordo fofo, ao centro cascalense.

Há cinco anos, a Souldough nascia sobre quatro rodas, a bordo de uma rulote Mercedes que se fixou em Colares, perto da Praia das Maçãs e da Praia Grande, e que chegou depois a ter uma segunda morada, na Ericeira, a dois passos da Praia de São Julião. Agora, a pizaria artesanal criada pelos irmãos italianos Enrico Signoretti e Jasbaghat Singh e o estónio Tan Preet ganha uma casa fixa, no centro histórico cascalense, sem perder a proximidade ao mar, ponto de ligação deste percurso.

Do forno a lenha, visível da esplanada situada num pátio resguardado, saem 18 pizas ao estilo napolitano (desde 11,5 euros), todas vegetarianas e veganas, com um rebordo especialmente fofo e leve, consequência natural da longa fermentação das massas, com mínimo de 36 horas de descanso. “A parceria casou bem porque temos a mesma filosofia de vida. Os ingredientes da piza, por exemplo, são biológicos e bons, vindos de Itália ou produzidos por eles próprios”, explica Duarte Norton Reis, dono da Legasea, boutique guesthouse que alberga o restaurante, e que promove o bem-estar com atividades como ioga, surf, vela ou stand up paddle.

Existem 18 variedades de pizas veganas e vegetarianas na carta da Souldough. (Fotografias: DR)

Além de esplanada, o novo espaço de Cascais tem ainda um terraço.

E se na carta cabem opções clássicas – Marinara e Margherita -, também há espaço para as pizas de autor, como a Mushroom Kingdom (provola, molho de salsa e dois tipos de cogumelos, ostra-rei e shiitake), a Honey Moon (creme de ricota, mozarela, gorgonzola, grana padano, nozes, mel e peras) ou a Summertime In Naples (curgete marinada, ricota, provola, tomate semi seco e hortelã). “Sou fã de piza e já conhecia a Souldough. Não conheço um espaço em Cascais com esta descontração”, conta Duarte, responsável pelo alojamento com seis quartos.

Na Souldough, evitam-se os talheres e as pizas são cortadas na mesa pelos comensais, com uma tesoura, e comidas à mão, “uma maneira de conectar com a comida num nível diferente”, explica a Souldough na carta. “Piza é sinónimo de partilha, de nos enturmarmos à mesa”, acrescenta Duarte. Nas entradas, oscila-se entre bruschettas, arancini (bolinhas fritas com recheio de risoto) ou a pizzeta (frita e coberta) e na despedida há que provar o cremoso tiramisù, seja na esplanada, nas duas salas interiores ou no terraço onde se espreita a vila em redor.

A Souldough esteve em Colares e na Ericeira, antes de agora se fixar no centro cascalense.

A guesthouse Legasea alberga agora a Souldough.

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