Esta quinta-feira, 3 de outubro, o espaço em tempos conhecido como o Solar do Vinho do Porto foi palco de uma “harmonização quase perfeita” entre uma cozinha distinta e os vinhos “cada vez mais elegantes” de Dirk Niepoort, na celebração do quarto aniversário do restaurante no Porto.
Para o chef, não representa mais do que um “ponto de viragem”. “Atingimos a maturidade, queremos evoluir no sentido inteiro da palavra, não apenas a cozinhar”, sublinha, idealizando novos voos nos próximos anos.
Numa noite tranquila proporcionada por profissionais atenciosos e boa companhia, eleva-se o copo a Valdemar Gomes, cujo sonho prevaleceu poucos meses após o seu falecimento, o sonho de fazer do Antiqvvm o melhor restaurante do Porto ou, pelo menos, “um dos melhores restaurantes”, digno da segunda estrela Michelin.
“Estamos a fazer aquilo que ele ambicionou e não vamos desistir”, reforça o chef. “A união” terá sido o fator mais importante. Mas a cozinha, diga-se, não deixa a desejar. Desde o prato “Intemporal” ao “Claus Porto 1887”, conjugado com “A Rainha do Vinho do Porto”, Niepoort Colheita 1997 Tawny.
- Claus Porto 1887 (Fotografias: Sofia Marvão)
- Intemporal
“O produto é português, mas a forma e o sabor podem ser diferentes”, explica Vítor Matos à Evasões, ressalvando as influências das viagens que realizou. “Eu uso os produtos com os quais fui habituado, fazem parte da minha história e não posso renegá-los”, remata. “É aquilo que eu sou!”
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