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The Royal Cocktail Club, Porto
Neste bar, as estrelas não são os DJ, antes dos barmen e os cocktails. Daí que o balcão esteja no centro de todas atenções, tanto no piso de entrada como na sala mais recatado, na cave, onde só se entra por reserva. O Royal Cocktail Club nasceu para dar à noite do Porto um espaço calmo e recatado, quase ao estilo dos clandestinos speakeasies, para apreciar tanto os cocktails como a arte de prepará-los. Do lado de lá do balcão, uma equipa titular de bartenders com créditos firmados, entre eles o «Barman do Ano 2017» Daniel Carvalho e Carlos Santiago, vencedor da edição de 2015. TRA
(Fotografia: Pedro Granadeiro/GI)

Arca Pub, Porto
Numa altura em que quase tudo o que abre é para turistas, um grupo de quatro amigos decidiu ir contra a maré e abrir um bar do mundo para os portuenses. «Um espaço sem preconceitos», dizem. Vodka polaca, cerveja checa e americana servidas em menus de degustação e outras bebidas dos quatro cantos do mundo são opções nesta casa onde se vai para se estar, para conversar tranquilamente. A carta, essa, pretendem os proprietários, é para diversificar e aumentar o «mapa de rotas» para quem quer viajar dentro do Porto. TRA
(Fotografia: Pedro Granadeiro/GI)

Champ's Red, Porto
Os donos da Champanheria da Baixa e do Champ's Baixa Bistrô decidiram abrir um bar para começar a dançar cedo. «Até às três da manhã não havia nenhum sítio para dançar como numa discoteca», diz Rodrigo Affreixo, responsável pela programação. Na sala, com capacidade para 100 pessoas, predomina a cor vermelha, como o nome sugere, e a decoração é de estética vintage. A música passa pelo disco, algum house, música de dança «mais clássica», soul e funk. Afinal, o objetivo é dançar. TRA
(Fotografia: Leonel de Castro/GI)

Letraria Beer Garden, Porto
Nas traseiras de uma casa antiga da Rua da Alegria, esconde-se um oásis de tranquilidade no meio do rebuliço da cidade. Mas aqui, em vez de um poço de água e palmeiras, há quarenta torneiras com cerveja artesanal, petiscos e um magnífico espaço ao ar livre. Na Letraria também há onde sentar entre quatro paredes, mas a grande mais-valia da embaixada que a cervejeira bracarense abriu no Porto é o jardim, com mesas e bancos de pedra, árvores, canteiros com flores e até um pequeno chafariz no centro. Para não falar na variedade de cervejas, que a prazo os donos contam expandir até à centena de referências. TRA
(Fotografia: Artur Machado/GI)

Quimera Brewpub, Lisboa
Fica no antigo túnel das cavalariças do Palácio das Necessidades, o que lhe dá um ambiente de recato, quase de sítio secreto, à meia-luz, ótimo para conversas, escutar música e, acima de tudo, saborear cerveja. No animado pub de bairro que o chef norte-americano Adam Heller abriu com a brasileira Raquel Nicoletti, sua mulher, há sempre uma dúzia de artesanais disponíveis à pressão (algumas delas, produzidas numa fábrica-laboratório que têm na cave), acompanhada de comida de pub «ao estilo deli nova-iorquino». Por vezes, à música ao vivo, sempre com a mesma informalidade de bar familiar: os instrumentos estão disponíveis, à espera que alguém pegue neles. TB

Beco Cabaret Gourmet, Lisboa
É preciso atravessar as várias salas do Bairro do Avillez, no Chiado, e só mesmo no final se vai encontrar a entrada do Beco, que é uma porta disfarçada de estante. Para a transpor, é preciso provar a René, o mestre-de-cerimónias, que somos maiores de idade e portadores de um bilhete, se viermos para o jantar-espetáculo (primeiro turno das 19h30 às 21h45; segundo turno das 22h00 às 00h00), ou de uma reserva, se viermos para o bar (funciona das 00h00 às 02h00, com início do espetáculo à meia-noite). JMS
(Fotografia: Bruno Calado)

Stupido, Lisboa
Vhils é o curador artístico deste projeto no Cais do Sodré. E isso tem, desde logo, «efeitos imediatos»: a cada ano, o espaço é transformado numa instalação por um artista diferente. Nesta «primeira vida», foi o hispano-argentino Felipe Pantone que o transformou no 1/1, um cenário de cores vibrantes. A programação musical, uma extensão da instalação, é da responsabilidade do músico Fred Ferreira (Orelha Negra, Buraka Som Sistema). Artes à parte, além das várias sugestões da carta de «líquidos», há também ótimas pizas, servidas das 18h00 em diante. TB

Level Eight, Lisboa
O proprietário do restaurante libanês Fenícios decidiu dar bom uso ao espaço que tinha por cima da sua segunda morada, na Rua Castilho. Neste terraço amplo, com uma das melhores vistas sobre Lisboa, abriu um bar bem decorado, em linhas sóbrias, com cocktails de assinatura, gente famosa na cabine de som e, sem fugir à casa de partida, finger food e aperitivos vindos do restaurante que fica por debaixo. E o melhor de tudo: está aberto também no inverno. TB
(Fotografia: Gonçalo Villaverde/GI)

Kimya, Cascais
Pipetas, tubos de ensaio e balões é o que mais se encontra no Kimya, um gastrobar sensorial que desde o verão aquece as noites no Sheraton Cascais Resort. Ali assiste-se a uma verdadeira aula de mixologia molecular, onde os cocktails de autor (picantes, fumegantes, coloridos, o que a curiosidade de cada um pedir) se juntam a pratos em estado sólido como ceviche de salmão, tataki de atum, camarão braseado. Também há menus de degustação. Recomendado para quem quer fugir aos bares do costume. AR

Sky Bar Tivoli Carvoeiro, Lagoa
Após a abertura dos irmãos mais velhos na Avenida da Liberdade e no Oriente, o Sky Bar saiu de Lisboa. Ainda a tempo do verão, instalou-se no sexto piso do remodelado resort Tivoli Carvoeiro, com o mar no horizonte e o convite para pôres-do-sol deslumbrantes. Espaço não lhe falta (na esplanada cabem 300 pessoas), assim como recantos, para que ninguém fique amontoado. Na carta, extensa, sobressaem os cocktails com sabores algarvios – laranja, figo, amêndoa, alfarroba, ostra. De momento, está encerrado, mas a próxima temporada não há de tardar. TB
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