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Homenagear Lisboa e o produto nacional, na carta de verão do Salla

Salla, no Chiado. (Fotografia de Reinaldo Rodrigues/GI)

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Foi o filme mais visto de 2013 em Portugal, centrado na história de uma família de emigrantes portugueses em França, e por isso, tem presença na carta de verão do Salla, o bar de cocktails térreo do Palácio Chiado. “É um tributo à cidade de Lisboa e ao nosso país, sendo 100% feito de produto português”, explica Ricardo Ribeiro, head bartender do espaço lisboeta. Este A Gaiola Dourada leva gin lisboeta, amarguinha, polpa de morango caseira, sumo de limão, clara de ovo, açúcar e uma espetada de framboesas a decorar o topo do copo.

Entre os treze cocktails de autor da carta de verão, “fresca para o calor que aí vem”, é transversal o piscar de olho ao cinema, com bebidas novas como o La Vie En Rose (gin, pétalas de rosa, açúcar, limão, vermute e licor de violetas) e o Amor de Perdição (Licor Beirão, vodka, lima, clara de ovo, manjericão). “A nova carta é um ponto de encontro entre o que gostamos de fazer, o que o público nos pede e a necessidade de trabalhar com o produto a que temos acesso, com a escassez que existe neste momento”, conta Ricardo, lisboeta de 29 anos que começou na área como empregado de mesa, ganhando depois o bichinho da mixologia.

Gaiola Dourada é um dos cocktails de autor da nova carta de verão do Salla. (Fotografias de Reinaldo Rodrigues/GI)

O Gaiola Dourada é uma homenagem à cidade e ao produto nacional.

Pelo caminho já passou por espaços como o SUD Lisboa e o Tapisco, de Sá Pessoa. “Criar algo do zero é o que mais me cativa”, revela, face à carta de verão, que da antiga só mantém dois best sellers da casa, o Palácio Chiado (rum, polpa de maracujá, vermute, sumo de limão e xarope de açúcar) e o Green Lantern (gin, licor de flor de sabugueiro, xarope de maçã, lima, manjericão, xarope de açúcar e clara de ovo).

Salla é o bar térreo do Palácio Chiado. (Fotografia: DR)

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