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Guia para o Essência do Vinho: 15 produtores para provar este fim de semana

(Fotografia: DR)

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FORTIFICADOS
# Fladgate Partnership
O grupo Fladgate, detentor de marcas de vinho do Porto como a Taylor’s, Fonseca, Croft e Krohn, foi considerado Produtor de Vinhos Fortificados do Ano pela Revista de Vinhos, na última edição dos prémios Melhores do Ano. E o Taylor’s Vargellas Vinha Velha Porto Vintage 2017 arrecadou o título de Melhor Vinho Fortificado nos prémios Grandes Escolhas.

# Niepoort
“Perfeição, firmeza, assombroso!” foram as palavras usadas pelo painel de provadores da Revista de Vinhos para descrever o Niepoort Porto Vintage 2017, classificado com nota máxima e vencedor do título Vinho do Ano 2019. O portefólio desta empresa familiar, instituída no século XIX e encabeçada por Dirk Niepoort, estende-se também aos vinhos DOC Douro, e ainda às regiões da Bairrada e do Dão.

# Bacalhôa
Está presente em sete regiões vitícolas portuguesas, mas é na Península de Setúbal que mais se tem destacado nos últimos tempos. Em 2017, o Bacalhôa Moscatel Roxo 5 Anos arrecadou uma medalha de ouro na prestigiada competição internacional Muscats du Monde, e este ano, o Bacalhôa Moscatel Roxo Superior 20 Anos 1998 integrou a lista Top 30 de vinhos da Grandes Escolhas.

 

VINHOS VERDES
# Quinta do Regueiro
É o Produtor do Ano 2019 para a revista Vinho Grandes Escolhas e de entre o portefólio de vinhos, xxx em casa Alvarinho, o que mais se destacou no último ano foi o Quinta do Regueiro Alvarinho Jurássico N.º 1, um vinho sem qualquer estágio em madeira, que resulta de um blend de várias colheitas.

# Soalheiro
Foi pioneira dos vinhos Alvarinho em Melgaço e continua a inovar, com a intenção de tirar o maior partido do potencial da casta. Por isso mesmo, mereceu o título Marca do Ano 2019 pela Revista de Vinhos. Nos últimos tempos, ao clássico Alvarinho Soalheiro, juntaram-se outros vinhos surpreendentes, como o Primeiras Vinhas, produzido a partir das vinhas velhas da quinta, o Soalheiro Allo, um vinho frutado e aromático de alvarinho e loureiro, e também algumas experiências “fora da caixa”, de baixa intervenção, como é o caso do Nature (sem adição de sulfitos) e o Terramatter.

 

DOURO
# Quanta Terra
Este projeto original do vale duriense, criado pelos enólogos Jorge Alves e Celso Pereira está a completar os primeiros 20 anos de existência. Em 2018 distinguiu-se tanto na produção como na enologia, nos prémios das revistas de especialidade.

# Quinta do Crasto
A Quinta do Crasto, propriedade da família Roquette, tem vindo a acumular distinções na área da viticultura. O Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa 2015 foi considerado o Vinho do Ano 2018, pela Revista de Vinhos, e a colheita de 2016 arrecadou o título de Melhor Tinto nos prémios Grandes Escolhas deste ano.

# Wine & Soul
O Pintas Douro 2017 foi um dos vinhos a integrar o Top 30 Grandes Escolhas deste ano. O vinho, baptizado em honra do carismático Pointer da família Serôdio Borges, provém de uma vinha com mais de 80 anos, e é composto por mais de 30 castas. O portefólio da Wine & Soul estende-se ainda aos vinhos do Porto.

# Quinta do Vale Meão
O berço do mítico Barca Velha acabou de completar duas décadas de produção própria e tem acumulado pontos com os seus vinhos frescos e minerais, notas comuns do Douro Superior. A variedade geológica daquela sub-região imprime originalidade aos vinhos ali produzidos, provenientes de vinhas de planície e de montanha, plantadas em solos de xisto, granito e até aluvião.


Conheça melhor a quinta onde nasceu o Barca Velha


 

DÃO
# Carlos Lucas Wines
Na Região Demarcada do Dão, o vinho tinto Carlos Lucas & Carlos Rodrigues 2015 destacou-se no Top 30 da revista Vinho Grandes Escolhas.

 

LISBOA
# José Maria da Fonseca
O produtor azeitonense José Maria da Fonseca acaba de lançar uma nova marca de vinhos sem álcool (menos de 0,5%). A gama O%riginal inclui um vinho branco, um tinto e um rosé. O tinto e o rosé são produzidos a partir da casta Syrah e o branco é feito com a casta Moscatel. A desalcoolização é feita através de um processo a baixa temperatura que permite preservar os aromas e sabores típicos do vinho.

 

ALENTEJO
# Herdade das Servas
A família Serrano Mira vai aproveitar a ocasião – o evento Essência do Vinho – para lançar um novo vinho, o Herdade das Servas Parcela C Carignan Single Vineyard. Trata-se de um monovarietal da casta Carignan, quase extinta no Alentejo. A primeira edição deste tinto é de 2016 e vai chegar ao mercado em finais de Março. A prova comentada realiza-se no sábado, dia 22, às 17h30.

# Tapada de Coelheiros
A Herdade de Coelheiros é uma propriedade familiar que produz vinhos no Alentejo desde 1991. Um dos seus ícones é o Tapada de Coelheiros Garrafeira, um blend de Cabernet Sauvignon e Aragonez, cuja principal característica é a grande longevidade. A colheita de 2012 integrou o Top 30 Grandes Escolhas deste ano.

# Cortes de Cima
Carrie e Hans Jorgensen começaram o projecto Cortes de Cima há mais de 30 anos. O casal americano-dinamarquês partiu num veleiro para encontrar um lugar onde constituir família e plantar uma vinha. Chegaram ao Alentejo, e numa terra de castas brancas plantaram variedades tintas. A estrela da companhia é o Cortes de Cima Reserva, um blend de castas tintas, produzido apenas em quantidades limitadas e em anos excepcionais, como o de 2014, que chegou ao Top 30 Grandes Escolhas.

 

AÇORES
# António Maçanita
Foi considerado o Enólogo do Ano 2018 pela Revista de Vinhos e nesse mesmo ano foi também reconhecido com o prémio Singularidade da Grandes Escolhas, pelos seus projetos desenvolvidos em especial em torno dos vinhos dos Açores. Além da Azores Wine Company, António Maçanita produz os vinhos Fita Preta, no Alentejo, e Maçanita, no Douro, e em qualquer uma das geografias tem colhido louros. Com os vinhos açorianos, conseguiu, em 2016, três lugares na lista dos 20 melhores brancos nacionais da revista Wine Spectator.